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COMER & BEBER 2017/2018: restaurantes brasileiros

Confira a seleção dos melhores endereços dessa categoria

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 28 jul 2017, 16h40 - Publicado em 28 jul 2017, 12h40

A edição especial VEJA COMER & BEBER Rio apresenta os melhores restaurantes da cidade. Abaixo, a seleção dos restaurantes brasileiros:

Academia da Cachaça: A purinha lembrada no nome do negócio inspira a carta com mais de 100 rótulos (doses a partir de R$ 9,00). Para beliscar, há pedidas individuais, como as empadas de queijo de coalho e alecrim (R$ 10,90 a unidade) e de costela (R$ 9,90). Um grupo maior vai se divertir com os acarajés ladeados por vatapá e saladinha de camarão (R$ 49,80, oito unidades). Na etapa principal, o prato do sertão (R$ 43,80) entrega carne de sol desfiada, arroz de queijo e nhoque de abóbora. E o escondidinho de carne de charque desfiada, purê de aipim e requeijão gratinado (R$ 36,50), criado na casa, é imbatível. Outro sucesso, a feijoada (R$ 97,50, duas pessoas) chega à mesa em panelas de barro com charque, costelinha, lombo, paio e linguiça fina, além de arroz, couve, farofa, laranja e uma dose de cachaça com mel. Na sobremesa, o sorvete de tapioca (R$ 19,90, duas bolas) segue a linha nacionalista do menu. Curiosidade: na Barra fica um minimuseu com 1 800 garrafas de cachaça.

Aconchego Carioca: Kátia e Bianca Barbosa, mãe e filha, junto com a sócia Rosa Ledo, tocam o negócio que virou referência para apreciadores de comida brasileira. Além dos pontos fixos, o cardápio abastece um food truck e o bar Rivalzinho, vencedor deste COMER & BEBER na categoria Agito. Criadora do copiado bolinho de feijoada (R$ 29,90), Kátia ainda encontrou tempo para abrir um pequenino boteco, o também campeão Kalango. No Aconchego, sua lista de tira-gostos inclui criativos pastéis de moqueca de palmito pupunha e banana-da-terra e coxinha com massa de milho-verde (R$ 10,00 a unidade). Entre os fartos pratos principais, o arroz de rabada com agrião (R$ 93,40), feito com miniarroz cultivado no Vale do Paraíba, e o baião de dois (R$ 86,80) são indicados para duas pessoas. Na ala doce, escolha entre o bolo gelado de coco (R$ 14,20) e a almofadinha de tapioca, recheada de doce de leite ou brigadeiro (R$ 16,40).

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Alpendre: No ambiente rústico, o salão todo de madeira e a agradável varanda combinam com a região de Vargem Grande. O início passa por pastéis de camarão (R$ 26,00, oito unidades) ou sardinhas ao molho, feitas na pressão, com torradas (R$ 26,00, seis a oito unidades). Dica para depois, o bobó de camarão com arroz de coco (R$ 98,00, para dois) entrou de vez no menu e agora divide atenções com pedidas como a da carne de sol com baião de dois e aipim frito (R$ 79,00), um hit local. A feijoada da casa (R$ 83,00) pode trazer só carnes nobres (costela defumada, paio, calabresa, lombo e carne-seca) ou incluir miúdos, como pé, orelha e rabo. Por lá, a sobremesa mais pedida é o pavê de banana com merengue (R$ 14,00), mas o brownie com sorvete de creme (R$ 16,50) também tem fãs. Na seção de caipirinhas, a versão de pimenta-rosa, maracujá e gengibre (R$ 14,00) é um acerto.

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Aprazível
Aprazível (Veja Rio/Divulgação)

Aprazível: Em Santa Teresa, o reduto da chef Ana Castilho faz sucesso com estrangeiros. Pudera: da casa decorada com jeito de fazenda ou dos belos espaços ao ar livre, a vista para o Centro e a Baía é estonteante. Mais uma vez citada pelo júri de COMER & BEBER, a cozinha se mantém afinada. Na entrada, pães de queijo recheados de linguiça artesanal (R$ 33,00, oito unidades) disputam a preferência com os acarajés do cerrado (R$ 31,00 a dupla), pastéis de angu recheados de carne moída apimentada, servidos com jiló agridoce e vinagrete de tomatinhos verdes. A seção de pratos principais traz moquequinha do rio (R$ 91,00), com peixe do dia (em geral gurijuba, cação ou dourado), escoltada por pirão, arroz e crocante farofa de dendê com farinha d’água. Outra pedida, a galinhada caipira (R$ 84,00) mistura arroz de galinha caipira com linguiça mineira, couve refogada, banana-da-terra assada, geleia de pimenta dedo-de-moça e feijão cremoso. Adoce a visita com a manga maravilha (R$ 33,00): a fruta em infusão de capim-limão sobre minirrocambole de doce de leite e coulis e sorvete de manga. O menu segue o DNA brasileiro nas cartas de vinhos, cervejas e cachaças artesanais.

Bar do Arnaudo: De madrugada, lá para as 4h30, Arnaudo Gomes de Souza já está no Cadeg em busca de ingredientes frescos. Às 7h, o pernambucano de Caruaru chega ao restaurante e de lá só sai às 15h, depois de supervisionar o movimento do almoço. Assim segue a vida do proprietário de quase 75 anos, que toca o negócio com os filhos Gabriel e Maria Eduarda. Entre os petiscos, bolinhos de aipim com carne-seca (R$ 14,00, oito unidades) e o caldinho de feijão-de-corda (R$ 6,00), finalizado na hora, são escolhas certeiras. Pratos fartos a preços justos que fazem lotar a modesta casa. Receitas como o filé de carne de sol com cebola-ro­xa e macaxeira na manteiga (R$ 98,00) e a carne-seca ensopada com macaxeira (R$ 75,00), acompanhados de aipim ou batata-doce, arroz branco, farofa de abóbora e feijão-de-corda, chegam à mesa em travessas de inox e servem até quatro pessoas. Também há pratos executivos (R$ 22,00 cada pedido), como o lombinho de porco com aipim, feijão, arroz e macaxeira. Para terminar, prove um doce caseiro, de mamão verde, abóbora, banana ou doce de leite (R$ 8,00 e R$ 10,00, com queijo de coalho).

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Barraca da ChiquitaVendidos na Feira de São Cristóvão desde 1979, os quitutes nordestinos de Francisca Dias ganharam um (enorme) espaço fixo dentro do pavilhão em 2003. Em junho de 2017, foi aberta a filial em Copacabana. Nos espaços de decoração caprichada, fazem bom começo os bolinhos de aipim recheados de carne-­seca e mussarela (R$ 29,50, dez unidades). A fartura da etapa principal tem na picanha do sol com baião de dois (R$ 175,00) fiel representante: o cardápio diz que é para quatro pessoas, mas serve até seis, com batatas e aipim fritos, molho à campanha e farofa. Para dois, peça a carne escoltada só por aipim cozido (R$ 85,00). A única receita presente apenas na matriz é o tambaqui na brasa (R$ 89,00, duas pessoas) guarnecido de arroz branco e salada. Dida doce, a taça típica (R$ 16,00) traz duas bolas de sorvete de frutas do Nordeste, a exemplo de cupuaçu, graviola ou seriguela.

Bira: Filho de uma cozinheira de mão-cheia da região, a Tia Palmira, o pescador Bira Leal defende a tradição da família há mais de duas décadas. O refúgio de ambiente rústico debruça-se sobre a Restinga de Marambaia e já foi escolhido um dos 101 melhores lugares do mundo para comer — segundo a revista americana Newsweek, em 2012. A fartura e qualidade norteiam as porções servidas no varandão. Para até quatro pessoas, o vinagrete de frutos do mar (R$ 150,00) é feito de camarão, de polvo, de marisco ou em porção mista. Imperdíveis, os pastéis de camarão e de siri (R$ 8,00 a unidade) têm recheio bem temperado. Preparos com robalo incluem o filé do peixe guarnecido de arroz de camarão e farofa de dendê (R$ 290,00) e a moqueca com camarão (R$ 310,00). Todos os pratos são para três pessoas e ficam bem acompanhados por caipirinhas (R$ 25,00 cada uma). Entre as sobremesas, a fatia de torta alemã (R$ 30,00), por estranho que pareça, é especialidade local. Dica: o pôr do sol visto de lá é um dos mais bonitos da cidade.

Botequim: Criado em 1979 por um grupo de amigos capitaneado pelo arquiteto Ivan Oest de Carvalho, morto em junho, o restaurante de boa relação entre qualidade e preço segue comandado pelos filhos do fundador. Novo chef, André Nogal (ex-PepperDog) renovou o menu de petiscos com pedidas como a porção de sonhos de bacalhau (R$ 34,00, seis unidades), levada à mesa com vinagrete picante. Na hora do almoço, brilha na lista dos pratos executivos o clássico picadinho (R$ 32,00) com banana frita, farofa, ovo, caldinho de feijão e arroz. À noite, entram em cena pratos elaborados, a exemplo do peito de pato com purê de grão-de-bico e laranja, farofa de castanhas e caramelo de hibisco (R$ 74,00). A happy hour fica mais saborosa com tábuas para compartir: a de cinco queijos brasileiros, picles artesanal e geleia de pimenta sai a R$ 85,00. À noite, no segundo andar, funciona de quinta a sábado o Mixxing (leia mais em Bares), negócio de drinques inventivos.

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Brasileirinho (Divulgação/Divulgação)

Brasileirinho: Com dois endereços, ambos comandados pelo mineiro Leonardo Braga (que também está à frente da Casa da Feijoada), o negócio é frequentado por turistas e cariocas em busca de pratos fartos antes ou depois da praia. Servido em Copacabana, o palmito pupunha com molho de ervas (R$ 34,00) entrou no menu em 2017. Em Ipanema, o almoço executivo traz caldinho de feijão, de entrada, grelhado com arroz, feijão, farofa e batata frita na etapa principal, água ou refrigerante, além de um doce caseiro para arrematar. Tudo pela pechincha de R$ 28,00. Carro-chefe de ambas as casas, a picanha à fazendeiro (R$ 112,00 em Ipanema; R$ 120,00 em Copacabana, para dois; ou R$ 72,00, individual), maturada e grelhada, é guarnecida de feijão-tropeiro, arroz branco, batata frita e couve à mineira.

Capim Santo: Dentro de um shopping, o lugar não tem o ambiente encantador do Aprazível nem a popularidade do Aconchego Carioca, tampouco está na moda, como o Puro, alvo de favorável boca a boca. Mesmo assim, o empreendimento da chef Morena Leite bateu seus fortes concorrentes munido de estilo original, terceira via entre a rusticidade das cozinhas regionais consagradas e o minimalismo contemporâneo apoiado nos produtos nacionais. Novo no Rio — abriu em 2016 —, o Capim Santo tem longa estrada. Foi inaugurado pelos pais da mestre­-cuca em 1985, em Trancoso, na Bahia, e chegou a São Paulo em 1998, com sucesso de público e crítica. Assentado em anos de pesquisa, o cardápio de Morena abre novas janelas para a cultura gastronômica brasileira. Versada nas técnicas francesas, que estudou na escola Le Cordon Bleu de Paris, ela cria pratos surpreendentes. No almoço, o bufê (R$ 68,00 de segunda a sexta; R$ 96,00 no fim de semana, com sobremesas) ganha novas opções todo dia. Mas é no menu à la carte que se encontram as maiores criações. O ceviche de peixe com coco e palmito pupunha (R$ 43,00) é imperdível no abre-alas. Adiante, o recente rigatoni negro de tapioca é valorizado por frutos do mar (R$ 76,00). Na sobremesa, mais coisas nossas com um toque especial: o pudim de doce de leite, aromatizado por fava de aridan (fruto de origem africana cultivado no Brasil), é um delicioso afago no paladar.

Chapéu de Couro: Negócio de receitas nordestinas, chegou a ter quatro endereços na cidade, mas agora o cearense Raymundo Pereira concentra seus esforços em Bonsucesso. Comece por caldinhos de sururu (R$ 17,90), cada vez mais raro na cidade, ou de siri (R$ 15,90). Também agradam os bolinhos caipiras (R$ 24,90), com massa de aipim envolvendo recheio de carne de sol e queijo de coalho. Na seção intitulada de comidas do sertão, o prato que leva o nome do estabelecimento reúne carne de sol com macaxeira e feijão-tropeiro (R$ 114,90, para dois). Outra especialidade local, o cabrito ensopado (R$ 119,90) é servido com arroz branco, batatas coradas e pirão. A ala de frutos do mar exibe opções como o bobó de camarão (R$ 119,90) escoltado por arroz e farofa de dendê. Para terminar, escolha entre os populares doce de jaca e ambrosia caseira (R$ 9,90 cada pedido).

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Cozinha Artagão: Casa de preços mais atraentes de Pedro de Artagão, ocupa amplo espaço de decoração arejada no BarraShopping. Eleito chef do ano nas edições do COMER & BEBER de 2014 e 2015, o cozinheiro aposta em receitas clássicas de sua trajetória, como o arroz de rabada (R$ 62,00) feito com risoni, e da culinária popular carioca — caso do camarão com chuchu (R$ 48,00), sugestão das quintas-feiras. Artagão atua como chef executivo, enquanto a jovem Natalia d’Aguiar (com passagens pelas cozinhas do paulistano D.O.M e dos cariocas Térèze e Laguiole) guia a equipe. Para começar, o pão de queijo de tapioca com coulis de damasco (R$ 32,00) é um estouro. Entre os pratos exclusivos, a carne assada escoltada por espaguete ao molho de gorgonzola (R$ 68,00) tem alma caseira e elaborado preparo de doze horas. Na sobremesa, o muito cremoso pudim de leite (R$ 22,00) surpreende, escoltado por praliné de castanhas, mas a maioria busca mesmo é o famoso bolo de chocolate (R$ 26,00). Para um percurso completo, opte pela experiência (R$ 130,00, individual), com entrada, prato e sobremesa à escolha. Na hora do almoço de segunda a sexta, entre 12h e 15h, há pedidas executivas em formatos como o de entrada e prato principal (R$ 70,00).

Escondidinho: No histórico Beco dos Barbeiros, com seus postes de luz de estilo antigo, o salão atrás de fachada discreta tem sete décadas de vida. Lá dentro, fazem a alegria de gerações pratos como a costela suína assada (R$ 110,00, para dois), ladeada por duas guarnições à escolha. A receita que fez a fama do lugar serve até quatro comensais, apesar de ser indicada para três. Trata-se da costela bovina, levada à mesa desmanchando do osso, na companhia de farofa de ovos (R$ 150,00) ou aipim frito e agrião (R$ 157,00). Em porções individuais, há sugestões executivas, como o carré à mineira com couve, arroz branco e tutu (R$ 25,00). Fãs de churrasco podem dividir a porção mista com linguiça, frango, contrafilé e carré, mais farofa, arroz, batata frita e molho à campanha (R$ 130,00, para até quatro pessoas). Na sobremesa, uma relíquia: o clássico mineiro de botas (R$ 29,50), feito de banana, queijo e goiabada flambados no conhaque diante da clientela.

Espírito Santa: Em belo casarão do século XIX, a chef Natacha Fink, nascida em Manaus, esbanja criatividade no uso de ingredientes brasileiros. Podem abrir os trabalhos os croquetes de tambaqui com pimenta de cheiro (R$ 38,50, oito unidades). Depois, destacam-se receitas com peixes amazônicos, a exemplo do namorado na folha, feito com filé de pirarucu recheado de musse de caranguejo e camarão seco, assado na folha de couve com molho de castanha e escoltado por arroz com castanhas, pirão de coco e farofa de farinha d’água (R$ 162,50, para duas pessoas). O da mata é um filé-mignon grelhado ladeado por shiitake da Serra Fluminense, molho de mostarda em grãos e tucupi amazônico (R$ 78,00). Na ala doce, o bolinho de tapioca é recheado de chocolate meio amargo e servido com calda de laranja (R$ 21,50). Em tempo: a cozinheira promove degustações no espaço Desnível, no subsolo do restaurante, de pratos inéditos.

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Estação Baião de Dois (Divulgação/Divulgação)

Estação Baião de Dois
Para se distinguir da concorrência na Feira de São Cristóvão, a casa recorreu a detalhes não tão pequenos, como o enorme letreiro em néon e o cajueiro artificial que enfeita o salão refrigerado. Após vinte anos no centro de cultura nordestina, o restaurante voltou quase às origens e abriu na Tijuca sua primeira filial (o negócio nasceu em Vila Isabel). O programa pode começar por casquinha de siri ou acarajé (R$ 16,00 cada pedido). No capítulo principal, o arrumadinho do chiquinho (R$ 105,00) é pedida certeira, composto por carne de sol, aipim cozido, feijão-de-corda e farofa de banana. Sugestão menos trivial, o galo de feira (R$ 105,00) traz a ave ensopada escoltada por arroz tropeiro, farofa de pão de milho, feijão-de-corda e aipim frito. O tradicional camarão na moranga (R$ 135,00) também tem vez com arroz branco e farofa de dendê. Todos os pedidos servem duas pessoas.

Kaçuá: Sergipe, Bahia e Ceará inspiram o extenso menu. Tão amplo quanto o cardápio é o salão, que abriga um empório. No começo da viagem de sabores para dividir, aposte em delícias como mexilhões ou sururu ao coco (R$ 30,50) — o sururu no caldinho, em porção individual, custa R$ 12,90. A porção de oito unidades de croquetes de carne de sol custa R$ 28,00. O capítulo de pratos “pra deitar na rede” exibe iguarias como o lampião (R$ 79,90), lombo defumado com purê de banana-da-terra, arroz e feijão tropeiro. Da ala “para quem gosta de marear”, o arrastão (R$ 103,50) reúne camarão, lula, polvo e mariscos num arroz caldoso. Entre as moquecas, a de namorado (R$ 97,50) chega à mesa em panelas de barro com arroz, pirão, farofa de dendê e vatapá. Sob o sugestivo nome de “antes da soneca”, a carta de sobremesas tem opções como o pudim de tapioca (R$ 15,40). Às terças e de quinta a sábado, as noites são animadas por música ao vivo.

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Mauá: A criatividade do chef executivo Marcones Deus dá a tônica das duas unidades do negócio, com matriz no topo do Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá, e filial no complexo Lagoon Gourmet. Nos dois endereços é possível saborear os pratos de varandas com belas paisagens. Um bom percurso começa pelo cappuccino de feijão-verde (R$ 14,00) ou ainda pelas lulas crocante com vatapá (R$ 48,00). Entre as receitas principais, o nhoque de banana-da-terra ao molho de rabada e agrião (R$ 49,00) é combinação ousada. O peito de pato do sol com rostie de macaxeira e teriyaki de rapadura (R$ 74,00) é exclusividade da Lagoa, enquanto o bacalhau ao forno acompanhado de cebolas e alho crocante com baião de dois (R$ 98,00) é servido no Centro. Opção doce, o cuscuz de tapioca, banhado em baba de moça feita com milho-verde, escoltado por sorvete de canela e chips de coco (R$ 22,00), é um acerto.

Quinta: Eleito três vezes o melhor brasileiro da cidade pelo COMER & BEBER, o recanto de Luiz Antônio Correia de Araújo e Fatima Correia Dias esbanja tranquilidade. No casarão, receitas são saboreadas na companhia de micos que passeiam entre as árvores. A varanda, perto do pequeno lago, é o lugar mais disputado. Dois bons começos são a casquinha de arraia (R$ 42,00) e os bolinhos de macaxeira com banana, servidos sobre camarões ao molho curry, enfeitados por pimentões coloridos e mostarda (R$ 59,00). Famoso, o marreco assado (R$ 78,00) é guarnecido de seu próprio molho, batata-­doce caramelada, repolho-roxo com cominho, chutney caseiro de manga e maçã e geleia de fruta da estação. O bobó de camarão, com fruta-pão no lugar do aipim, é acompanhado de espinafre ao vapor e arroz branco (R$ 74,00). A doçura pode ficar por conta da torta de castanha-do-pará (R$ 26.00) com sorvete de creme, mel e sementes de fava baunilha.

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