Aconchego Carioca (Desde 2002)

Veja Rio
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Endereço: Rua Barão de Iguatemi, 379 - Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ ver no mapa
Telefone: (21) 22731035
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
12:00 - 23:00
quarta-feira
12:00 - 23:00
quinta-feira
12:00 - 23:00
sexta-feira
12:00 - 23:00
sábado
12:00 - 23:00
domingo
12:00 - 17:00
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Faixa de preço

De R$91 a R$130,00

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Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de dédito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (86), Levar vinhos (permite) (R$ 40,00)

Resenha por Fabio Codeço

Kátia e Bianca Barbosa, mãe e filha, junto com a sócia Rosa Ledo, tocam o negócio, que virou referência para apreciadores de comida brasileira. Além dos pontos fixos, o cardápio abastece um food truck e o bar Rivalzinho, vencedor deste COMER & BEBER na categoria Agito. Criadora do copiado bolinho de feijoada (R$ 29,90), Kátia ainda encontrou tempo para abrir um pequenino boteco, o também campeão Kalango. No Aconchego, sua lista de tira-gostos inclui criativos pastéis de moqueca de palmito pupunha e banana-da-terra e coxinha com massa de milho-verde (R$ 10,00 a unidade). Entre os fartos pratos principais, o arroz de rabada com agrião (R$ 93,40), feito com miniarroz cultivado no Vale do Paraíba, e o baião de dois (R$ 86,80) são indicados para duas pessoas. Na ala doce, escolha entre o bolo gelado de coco (R$ 14,20) e a almofadinha de tapioca, recheada de doce de leite ou brigadeiro (R$ 16,40).

Preços checados em julho de 2017.

    De 29 de julho a 27 de agosto, o restaurante participa do MENU VEJA RIO COMER & BEBER, apresentado por  Santander. Com entrada, prato principal e sobremesa, o menu sai a 54,90 reais no almoço e 68,90 reais no jantar. Clientes Santander, que pagarem com o cartão do banco, ainda têm mais uma vantagem: podem escolher entre 10% de desconto no valor do menu, para até duas pessoas, ou uma dose dupla da bebida oferecida pelo restaurante. Confira o cardápio:

     

    Entrada

    Pastel de moqueca vegana: palmito pupunha com banana da terra

     

    Prato

    Arroz de porco com chutney de maçã

     

    Sobremesa

    Almofadinha doce com recheio de doce de leite ou de chocolate

     

    Dose dupla: caipirinha de cachaça ou mate da casa

     

    Comer e beber

    • 2017 - Participante

      Comer & Beber .

    • 2015 - Vencedor

      Melhor regional Comer & Beber .

      Dona de temperamento explosivo e bem-humorado, Katia Barbosa se tornou uma embaixadora da boa comida brasileira. Com o aval do chef francês Claude Troisgros, fã de primeira hora, essa cozinheira autêntica deu nova vocação à Praça da Bandeira, atraindo comensais de todos os cantos. Sua casa laranja de janelas verdes recebe importantes mestres-cucas em visita à cidade. Já comeram sob o teto forrado de redes a britânica Nigella Lawson, o espanhol Andoni Luis Aduriz, do estrelado Mugaritz, e o francês Daniel Boulud, dono de empreendimentos em Nova York, Londres, Toronto e Singapura. Essa história de prestígio começou com o famoso bolinho de feijoada (R$ 29,80, quatro unidades). A criação genial de Katia transformou o prato pesado em quitute delicado, de massa leve, couve e bacon frito à perfeição. Sua boa mão rende outras delícias, como o PFinho, atração do fim de semana, salgado de massas sobrepostas de arroz e feijão e ovo de codorna, ladeado por carne picadinha (R$ 29,80, seis unidades). Filha de paraibanos, a chef também se esmera no preparo de receitas nordestinas, como o baião de dois (R$ 65,00), com carne-seca ou carne de sol, e o camarão na moranga (R$ 175,00 a média, para três; R$ 225,00 a grande, para até cinco pessoas). Car­ro-chefe na ala mais consistente, o prato é guarnecido de arroz e farofa de dendê. Em setembro, Katia tomou sábia decisão: comprou a parte do sócio, Antônio Rodrigues, no apagado Comedoria, no Leblon, e fez do lugar a segunda filial do Aconchego — a primeira fica em São Paulo —, aos cuidados de sua filha Bianca. O sucesso foi imediato.

      Fabio Codeço

    • 2014 - Vencedor

      Bolinho Comer & Beber .

      Pegue um pratão, robusto, daqueles de encher os olhos e dar água na boca, e concentre-o numa apetitosa porção que cabe na palma da mão. Essa é a síntese de uma instituição dos tira-gostos transformada pela primeira vez em categoria submetida ao júri. Muito justamente, o campeão foi o berço do bolinho de feijoada, criado em 2008 por Kátia Barbosa e copiado em toda parte. Na sua cozinha natal, a porção com quatro unidades, acompanhada de torresmo e batida de limão (R$ 24,00), é a mais pedida. Kátia, proprietária do Aconchego, hoje divide o trabalho com a filha Bianca. É bom porque sobra mais tempo para inventar. Em 2014, outras duas criações somaram-se às nove opções de bolinho já no cardápio. Uma delas é a receita de arroz da terra com carne de sol e queijo de coalho (R$ 24,00, seis unidades). Seu ingrediente principal, conhecido também como arroz vermelho, vem do Vale do Piancó, na Paraíba, e foi catalogado como ingrediente raro pela Arca do Gosto, projeto da Associação Internacional Slow Food. Kátia estimula a produção para evitar que o grão suma do mapa. Outro recém-chegado produto da inventividade da chef, o pfinho (R$ 24,00, seis unidades) tem a célebre massa de feijoada recheada de arroz e ovo de codorna e vai à mesa com molho de carne moída. Para acompanhar, como é até difícil escolher entre as dezenas de cervejas da casa, fica a dica: a gelada batizada com o nome do lugar (R$ 17,00; 600 mililitros), uma lager maltada produzida em parceria com a Bamberg - sob o olhar sempre atento de Kátia. (86 lugares).

      Rafael Cavalieri

    • 2012 - Vencedor

      Melhor brasileiro Comer & Beber .

      Por quatro vezes a casa de Kátia Barbosa foi eleita o bar de melhor cozinha da cidade. O feito desta edição é inédito: o Aconchego Carioca comemora nova vitória, agora batendo restaurantes de alto gabarito. Na disputa, ficaram para trás o Quinta, vencedor nos últimos dois anos, e o contemporâneo Roberta Sudbrack, o único carioca na lista dos 100 melhores do mundo publicada pela revista inglesa Restaurant. Além da variada carta de cervejas e de tira-gostos originais - criação de Kátia, o hoje notório bolinho de feijoada (R$ 21,00, quatro unidades) é copiado por toda parte -, o sobrado na Praça da Bandeira oferece robustas receitas brasileiras. O cardápio inclui clássicos em preparo esmerado e mais invenções da sorridente proprietária. Da primeira lista, prove o bobó de camarão, servido na panela de barro, ao lado de arroz e farofa de dendê (R$ 82,00, para duas pessoas). Entre as surpresas figura a costelinha suína ao molho de goiabada, acompanhada de pastéis de angu recheados de requeijão e ervas, mais arroz (R$ 68,00, para dois). Na sobremesa, fique com o saboroso pudim de cachaça (R$ 12,00). Empurrada pelas filas, frequentes no fim de semana, e pelos elogios de especialistas como o chef francês Claude Troisgros, a mestre-cuca parte para novas conquistas. Em setembro, abriu uma filial em São Paulo. É só o começo.

      Fabio Codeço

    • 2011 - Vencedor

      Melhor cozinha Comer & Beber .

      Trata-se de um concorrente difícil de ser batido, graças ao talento da cozinheira e proprietária Kátia Barbosa. Desde a criação da categoria, em 2007, é a quarta vez que o Aconchego conquista o prêmio. E não foi por lobby do chef "franco-carrrioca" Claude Troisgros, fã número 1 do estabelecimento que introduziu a Praça da Bandeira no mapa da boa gastronomia carioca. Os quitutes concebidos pela mestre-cuca são surpreendentes e deliciosos, a começar pelo bolinho de feijoada (R$ 20,00, quatro unidades), servido com batida de limão. Crocante e suculento, o salgado é hoje clonado à exaustão, mas ainda não encontrou rivais à altura. No próprio endereço, o petisco ganhou filhotes saborosos, como o bolinho de feijão-branco recheado de rabada (R$ 20,00, seis unidades). Também substanciosas, merecem aplausos a costelinha de porco ao molho de goiabada (R$ 59,00), escoltada por pastel de requeijão e ervas, e a picanha de carne de sol com farofa de amendoim (R$ 72,00). Destino de romarias, que por sua vez provocam filas, o casarão teve a capacidade ampliada depois que o quintal do imóvel vizinho foi incorporado. No salão, redes nordestinas dividem espaço com cartazes de cerveja, outra especialidade local. Entre os mais de 250 rótulos disponíveis, a alemã de trigo Weihenstephaner (R$ 20,00 a garrafa de 500 mililitros) é uma boa harmonização para os pastéis de banana-da-terra com camarão ou com carne-seca (R$ 20,00, seis unidades). A artesanal Therezópolis Gold (R$ 11,00, 600 mililitros) é a alternativa mais em conta.

    • 2010 - Vencedor

      Melhor cozinha Comer & Beber .

      No universo da baixa gastronomia, não há nada mais típico do que uma feijoada. O cozido de feijão com carnes de porco é obrigatório para qualquer turista que esteja de passagem pela cidade e motivo de orgulho para os nativos. Com uma dose de criatividade, a cozinheira Kátia Barbosa recriou esse clássico na forma de bolinhos crocantes por fora e suculentos por dentro, inovação que alavanca a fama do Aconchego Carioca. Graças ao boteco, a Praça da Bandeira virou local de peregrinação para os amantes da boa mesa. Nem mesmo a mudança no ano passado para um imóvel com o dobro da capacidade foi suficiente para aplacar as filas, que crescem na proporção das novidades introduzidas no cardápio. Depois do bolinho de feijoada (R$ 18,00, quatro unidades), vieram versões de feijão-branco recheado de rabada e de grão-de-bico com bacalhau. Ambas em porções de seis unidades (R$ 20,00). A mais recente invenção é uma pimenta dedo-de-moça à milanesa preenchida com carne-seca desfiada e requeijão (R$ 18,00, seis unidades). Pode servir de abre-alas para o opulento camarão na moranga (R$ 149,00, para cinco pessoas). Para molhar a garganta, há 150 marcas de cerveja, entre elas Heineken (R$ 6,50, 600 mililitros) e Colorado Demoiselle (R$ 17,50, 600 mililitros). Das importadas, uma das mais pedidas é a aromática alemã Weihenstephaner (R$ 18,00, 500 mililitros), feita de trigo. Ainda neste mês, a proprietária realiza o antigo sonho de abrir o quintal, uma espécie de antessala para tornar a espera mais confortável.

    • 2008 - Vencedor

      Melhor cozinha Comer & Beber .

      Num domingão ensolarado de agosto, Kátia Barbosa, sócia do Aconchego Carioca, recebeu a visita inesperada do superchef francês Claude Troisgros, que apareceu de bermuda e chinelos para o almoço. “Fiquei tão apavorada que minhas mãos tremiam na hora de cozinhar”, diz ela. Bobagem. Depois de provar os famosos bolinhos de feijoada recheados com couve e bacon (R$ 12,00, quatro unidades), Troisgros fez o que a maioria dos clientes faz: cobriu o quitute de elogios e pediu que preparassem mais uma porção. Aberto desde 2002, o Aconchego consegue manter a qualidade de sua excelente cozinha mesmo com a alta rotatividade em seu pequeno salão. O aclamado camarão na moranga (R$ 88,00, para três) disputa a preferência da clientela com o suculento escondidinho de camarão, que leva camada de queijo de coalho gratinado sobre o purê de aipim cremoso (R$ 52,00, para dois). As opções de petiscos também são de tirar o chapéu. Servida numa forminha de barro, com farofinha de dendê à parte, a casquinha de caranguejo (R$ 10,00) é uma novidade aprovada com louvor. O crustáceo vem de um fornecedor do Recife indicado pela chef Flávia Quaresma. Outra tentadora opção para beliscar é a mistura nordestina (R$ 37,00), uma porção com aipim frito, carne-seca em lasca acebolada, queijo de coalho cortado em tiras e torresminho. Para acompanhar, um dos 118 rótulos de cervejas nacionais e estrangeiras. A favorita é a alemã Hacker-Pschorr, de trigo, por R$ 16,00 (500 mililitros).

    • 2007 - Vencedor

      Melhor cozinha Comer & Beber .

      Há vinte anos, os dotes gastronômicos de Kátia Barbosa limitavam-se ao preparo de Miojo e arroz instantâneo. Seu repertório ampliou-se um bocado e cativou paladares exigentes. Sócia do simpático botequim na Praça da Bandeira, aberto em 2002, é ela a responsável pelos suculentos quitutes e refeições da casa. Como ponto de partida, vale a pena experimentar o magnífico bolinho de aipim (R$ 15,00 a porção de seis unidades), carro-chefe entre os petiscos. Achatado como se fosse um acarajé, deve ser cortado ao meio e ter suas metades besuntadas com o bobó de camarão servido à parte. Outro hit é a casquinha de siri (R$ 8,50), que vem numa forminha de barro, acompanhada de farofa de dendê. Aos mais famintos, aconselha-se, sem medo de errar, o baião-de-dois (R$ 32,00) ou o camarão na moranga (R$ 70,00, para três). As delícias de tempero nordestino estão em perfeita sintonia com o ambiente tomado por artefatos de Caruaru — selas de jegue, chapéu de cangaceiro e afins. Para beber, uma surpresa: o boteco tem um fornido cardápio de cervejas com 29 marcas importadas.

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