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Vinhos em taça em alta na cidade

Restaurantes investem em tecnologia para oferecer ótimas pedidas de boa relação entre custo e benefício

Por Isabelle Lindote - Atualizado em 2 jul 2020, 10h26 - Publicado em 11 Maio 2018, 10h03

Charbon Rouge. A casa usa diferentes equipamentos de preservação, como o Coravin, que injeta gás na garrafa para conservar a bebida. As taças variam de R$ 15,00 (Alfredo Roca Cabernet Sauvignon) a R$ 190,00 (Allegrini Amarone della Valpolicella DOC). O sommelier responsável pela adega com mais de 700 rótulos é o jovem Kelvin Cruz.

Chez Claude. A proposta é só oferecer vinhos em taça (de R$ 22,00 a RS 78,00), acondicionados em Enomatics, máquinas dosadoras que conservam a bebida após aberta. Dos vinte rótulos, destaque para o francês Chateau des Granges d’Or Medoc Cru (R$ 47,00). A carta tem a assinatura do sommelier Alex Oliveira.

Churrascaria Palace. Há três meses, a casa sexagenária instalou duas Enomatics no salão principal. Das máquinas saem oito opções de rótulo em taça, com preços que variam de R$ 26,00 (Los Cardos Chardonnay) a R$ 45,00 (Achaval Ferrer Malbec), sob a escolha do sommelier Danilo Machado.

Duo. Pioneiro no uso da Enomatic, o restaurante do sommelier Dionísio Chaves tem uma desde a abertura, há sete anos, por onde passam até dezesseis rótulos por mês. É o caso do tinto português Herdade do Sobroso Rio dos Patos (R$ 22,00), produzido no Alentejo.

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