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COMER & BEBER 2017/2018: restaurantes orientais

Confira a seleção dos melhores endereços dessa categoria

Por Redação VEJA RIO - 28 jul 2017, 16h00

A edição especial VEJA COMER & BEBER Rio apresenta os melhores restaurantes da cidade. Abaixo, a seleção dos restaurantes orientais:

Maè Noi: Na Tailândia, maè quer dizer mãe e é um termo muito usado para batizar restaurantes que levam o nome da proprietária. Watsana Levi, a Noi, tailandesa, conheceu o brasileiro Guilherme Levi em sua terra natal, os dois se casaram e comandam o pequeno estabelecimento em Laranjeiras. Expansão no horário de atendimento (agora diário, no almoço e no jantar) e serviço de delivery são algumas mudanças mais recentes. O menu é atualizado no site. Uma boa entrada traz dupla de rolinhos vietnamitas fritos (R$ 16,00), com massa de arroz recheada de macarrão de feijão-mungo (típico do Sudeste Asiático), inhame, cenoura, shiitake e porco. Especialidade local, o pad thai reúne macarrão de arroz, nirá, broto de feijão, ovo, cebola, tamarindo, amendoim, açúcar de palmeira e molho de ostra a alguma carne: frango (R$ 36,00), porco (R$ 38,00) ou camarão (R$ 48,00). A opção vegetariana (R$ 38,00) é feita de tofu com molho de cogumelos. Termine a visita provando o chá preto gelado com leite, açúcar e flor de laranja (R$ 5,00).

Mee: No comando do balcão iluminado, Kazuo Harada, paulistano descendente de japoneses, distribui cortes certeiros de peixe na forma de sushis e sashimis primorosos. É difícil eleger uma dica, mas o carpaccio de salmão ao molho cítrico (R$ 56,00) vale a menção. O cardápio do sofisticado restaurante no Copacabana Palace, no entanto, vai além. Suas sugestões promovem uma viagem por sabores de vários países asiáticos. Camboja, China, Singapura, Coreia, Malásia, Tailândia e Vietnã estão no mapa gastronômico da casa. A degustação de dim sum (R$ 98,00) reúne sete variedades do pastel de origem chinesa, com recheios como foie gras, costela de wagyu, cavaquinha, camarão e porco. Ainda nas preliminares, prove o rolinho vietnamita frito (R$ 62,00, quatro peças). Adiante, o camarão com noz-pecã caramelada (R$ 72,00) pode abrir caminho para um clássico: merluza negra grelhada coberta por molho teriyaki (R$ 116,00). Uma experiência completa é proporcionada pelo menu meechelin (R$ 390,00). Trocadilho com o nome da casa e o do Guia Michelin, o serviço leva à mesa onze pratos, como o char siu bao, um sanduíche de barriga de porco com molho agridoce e vegetais crus no pão ao vapor.

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Nam Thai: Fruto de intensa pesquisa do chef e proprietário, David Zisman, que deixou a medicina para seguir sua vocação gastronômica, o cardápio é um passeio pela culinária tailandesa. De suas viagens ao Sudeste Asiático, ele traz inspiração para receitas como o pad thai (R$ 72,00), talharim de arroz frito com camarão, ovo, amendoim, coentro e castanha. Para começar os trabalhos, prove o gai satay, espetos de frango temperados com especiarias (R$ 32,00, duas unidades) em molho picante de amendoim. A casa detém o selo Thai Select, em reconhecimento à fidelidade gastronômica de sua cozinha, mas não deixa de apresentar pratos de influências afins. Vem da Malásia o pennag laksa (R$ 78,00), talharim de arroz frito com camarões, vieiras e lulas, feito com leite de coco, curry, tamarindo, folhas de limão kafir e hortelã. Na sobremesa, prove a abóbora recheada de creme de coco, calda de caramelo, frutas cítricas e coco queimado (R$ 20,00).

Mesas na gosotsa varanda permitem observar o vai e vem na badala Farme de Amoedo Divulgação/Divulgação

Opium: Influências japonesa, tailandesa, vietnamita, chinesa e indiana marcam o cardápio contemporâneo do chef paraibano Mario Sérgio. Grande variedade de opções chega às mesas no ambiente interno, iluminado e confortável, e na romântica varanda, que ganha velas à noite. Um bom começo passa pelos rolinhos de folhas de papel de arroz com camarão, manga, palmito, brotos e molho sambal, à base de pimenta malagueta (R$ 38,00). Na sequência, opte pelo já clássico massaman nuea (R$ 66,00), receita tailandesa de fatias de filé-mignon, curry verde, vagem e leite de coco, ladeada por arroz de jasmim e folhas de manjericão crocantes. Outra boa pedida, o confit de pato ao estilo shangai reúne coxa marinada em especiarias acompanhada de risoto cremoso de pera e salada de chicória frisée, além de picles de pepino, tomates e hortelã (R$ 68,00). Adoce o percurso com o won ton de coco (R$ 20,00), trouxinha de massa oriental fartamente recheada de cocada caseira, servida com sorvete de bananas.

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Sawasdee Bistrô: A casa, vencedora de cinco edições do COMER & BEBER, é sempre lembrada pelo júri. Mérito do chef Marcos Sodré. De terça a sexta, o menu executivo exibe três fórmulas: entrada e prato (R$ 49,00), prato e sobremesa (R$ 46,00) ou os três cursos (R$ 55,00). Também é possível pedir cada etapa em separado (R$ 13,00, R$ 40,00 e R$ 12,00, respectivamente). De volta ao capítulo de entradas a pedidos, o coconut shrimp (R$ 34,00) reúne quatro espetinhos com dois camarões cada um, empanados em crosta de coco, em molho de laranja com mel e chili. Na ala principal, o mussaman curry (R$ 67,00) é um filé-mignon refogado ao leite de coco, curry vermelho, abacaxi, cebola e batata, salpicado de coentro, amendoim e alho torrado, escoltado por arroz de jasmim. Sugestão mais apimentada do menu, o kung kaeng khaw phakchi (R$ 76,00), receita de camarões com arroz de jasmim, cebola-roxa, nirá e pasta de curry amarelo, é servido com molho de gengibre, ervas e seleção de pimentas. Para refrescar, peça a caipilichia (R$ 24,00, com vodca).

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