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Show no Metropolitan? Rodízio no Porcão? Veja se você é um carioca cringe

Usado no lugar de "vergonha alheia" pelos mais jovens, a palavra protagoniza um debate geracional entre millennials e geração Z

Por Carolina Barbosa Atualizado em 24 jun 2021, 18h28 - Publicado em 24 jun 2021, 17h03

Nos últimos dias, você deve ter se deparado com uma polêmica que inspirou uma enxurrada de memes na internet: a do “cringe”. Se você não viu, sinto-lhe informar, você também é “cringe”. Mas, afinal, o que quer dizer esse termo em inglês? Adotado por aqui há algum tempo para se referir a comportamentos, gostos, hábitos embaraçosos de outras pessoas (em tradução livre, seria algo como a boa e velha “vergonha alheia” ou “mico”). Desde o fim da semana passada, no entanto, a palavra protagoniza um debate geracional.

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A geração Z, nascida entre meados dos anos 1990 e o fim de 2010, lança mão do termo para designar aquilo que os millennials, nascidos entre 1981 e 1996, têm de ultrapasso, digamos. Até então usada de forma discreta, a palavra bombou mesmo no Twitter, na última semana, quando uma influenciadora millennial questionou o que a geração Z achava vergonhoso sobre a geração acima. Em meio às milhares de respostas gostar de café, Sandy & Junior, Harry Potter e Friends, tomar cerveja “litrão”, viajar para a Disney, pagar boletos e usar emojis são, para os mais novos, “cringe”.

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Por isso, VEJA RIO fez uma seleção dos hábitos e comportamentos que podem te ajudar a descobrir se você também é da geração “cringe do Rio”. Se você se identificar com vários tópicos, toca aqui!

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1) Encarava horas de fila para finalmente comer o farto rodízio do Porcão, com muito pastelzinho de Catupiry

2) Malhava na Estação do Corpo, com direito a aula de step, lembram?

3) Frequentava o Metropolitan quando ele ainda se chamava Metropolitan, antes de ganhar nome de operadoras telefônicas…

4) Não perdia por nada um dia no Tivoli Park da Lagoa (o “raiz”, não a nova versão na Barra)

5) Subia a serra para curtir uma festa à fantasia no Castelo de Itaipava. E, no verão, não perdia uma edição do Cabofolia

6) Falava (ou ainda fala) as gírias do carioca raiz: “E aí, mermão, tá bolado com algum caô?”

7) Tinha uma formatura ou uma festa de 15 anos? O aluguel da roupa era na Só à Rigor, claro.

8) Comeu pizza na Guanabara de madrugada ou encarou o cachorro-quente do Oliveira no Humaitá? #tamojunto

9) Assistia aos filmes no cinema da Galeria Condor

10) Festinha? Só se fosse na Vogue ou na Mykonos. E banho de espuma na Circus, quem passou por essa?

11) Na hora de ir para a escola, mochila Cantão ou Company. Quem tinha walkman (geração Z, procure no Google) amarelo da Sony, ainda tirava mais onda

12) Aplaudiu o pôr do sol no Arpoador, um clássico em voga até hoje (dá licença que a gente é “cringe” orgulhoso)

13) Passava bronzeador Rayito de Sol para pegar aquela cor na praia. É, amigos, protetor solar veio bem depois…

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