Clique e Assine a partir de R$ 8,90/mês

Ernesto Neto: ‘Não deixem de olhar para o céu na noite do dia 30’

Primeira lua cheia da primavera 'vai vir com força inacreditável e potência transformadora', diz artista

Por Cleo Guimarães Atualizado em 18 set 2020, 15h13 - Publicado em 18 set 2020, 07h00

Quando esteve no Acre e conheceu o povo indígena huni kuin, há seis anos, o artista plástico carioca Ernesto Neto, 56 anos, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira, vivenciou uma “força ancestral da floresta” que mudou o seu modo de encarar a vida e o trabalho. De imediato, parou de usar materiais como a Lycra e o náilon em suas esculturas-instalações, entre elas a do cenário criado para a turnê de shows de Marisa Monte. “Troquei por algodão, que causa menos danos à natureza”, conta o artista, autor da instalação Um Sagrado Lugar, apresentada na última Bienal de Veneza.

+ Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

Outra mudança foi passar a ver na lua cheia, fenômeno corriqueiro para muita gente, uma poderosa fonte de energia. “A do dia 30 é a primeira da primavera e vai vir com uma força inacreditável. Quem puder vê-la e senti-la não deve deixar de fazer. Vai ter uma potência transformadora”, avisa Neto.

Luisa Arraes: temporada de amor, sorte e muito trabalho

Patricia Pillar: ‘Abusos e ações covardes não ficarão impunes’

Da depressão à bonança: rapper Projota vence mais uma vez

Sabrina Sato: planos para a estreia de Zoe na Sapucaí

Continua após a publicidade
Publicidade