Clique e Assine a partir de R$ 6,90/mês

Governador do Rio prorroga medidas restritivas até 20 de setembro

Decisão final, porém, é das prefeituras, e a esfera municipal do Rio já previa realização de eventos com público apenas em outubro

Por Marcela Capobianco 7 set 2020, 10h45

O governador do Rio em exercício, Cláudio Castro, prorrogou, até o 20 de setembro, medidas restritivas para evitar o contágio do novo coronavírus no estado.

Seguem suspensas, portanto, a realização de eventos com público, como shows e peças de teatro, além da reabertura de cinemas e da permanência nas praias e lagoas.

+ Luto na noite carioca: Buraco da Lacraia vai fechar as portas

É bom ressaltar que a decisão final sobre o que pode funcionar ou não é de cada prefeitura, e o prefeito Marcelo Crivella já informou que esse tipo de evento só deve voltar a acontecer na capital fluminense em outubro, na chamada fase 6B de flexibilização.

Sobre a permanência nas praias, o feriadão de 7 de setembro vem mostrando que o carioca não está cumprindo a determinação dos governos. Neste sábado (5) e domingo (6), as praias do Rio ficaram lotadas.

O decreto do governo do estado também altera o funcionamento de shoppings e de centros comerciais, que passam a poder funcionar com 75% da capacidade total, não apenas com 50%. A decisão foi tomada com base nos dados científicos da evolução da pandemia.

Continua após a publicidade

+ Shoppings do Rio vão dar até 70% de desconto na Semana Brasil

+ Para receber VEJA Rio em casa, clique aqui

O decreto de Claudio Castro prevê, ainda, que as aulas presenciais nas redes pública e privada de ensino, inclusive nas unidades de Ensino Superior, continuam suspensas até o dia 13 de setembro. A retomada das atividades em instituições de ensino ficará a cargo das secretarias de Educação e de Ciência, Tecnologia e Inovação.

+ Parque da Catacumba e portão do Parque Guinle ganham restaurações

Em relação a transportes intermunicipais, a resolução do governo determina que os ônibus circulem com ocupação limitada ao número de assentos disponíveis, e não mais 60% de ocupação. O transporte de passageiros em pé segue proibido.

Continua após a publicidade

Publicidade