Clique e assine por apenas 4,90/mês

Adiar o Carnaval? ‘Eu defendo essa ideia’, diz Leandro Vieira

Para o carnavalesco da Mangueira e do Império Serrano, desfiles só devem acontecer quando houver segurança total: 'Mesmo que a gente vá direto para 2022'

Por Cleo Guimarães - Atualizado em 5 jun 2020, 18h06 - Publicado em 5 jun 2020, 06h00

Ninguém sabe ao certo como será o amanhã no Carnaval carioca. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o
adiamento dos desfiles na Sapucaí, marcados para fevereiro, já é discutido abertamente. “Eu defendo a ideia
de que só poderemos fazer quando houver segurança total, mesmo que a gente chegue ao extremo de ir direto para 2022”, afirma Leandro Vieira, carnavalesco da Mangueira.

+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

A escola, assim como a maioria de suas concorrentes, não tem previsão para começar a planejar a apresentação no Sambódromo — os barracões estão dedicados à produção de máscaras para conter a propagação do
vírus. Enredo? “Sei lá”, diz Leandro. “Não consigo pensar em uma coisa que não sei nem quando nem como será.”

No meio de tanta incerteza, o carnavalesco aproveita a quarentena para escrever um livro sobre a abordagem crítica cada vez mais presente nas escolas de samba, pegando como gancho seus três últimos desfiles à frente da Mangueira.

Bebel Gilberto: novo CD e parceria com Mart’nália em fase ‘caretona’

Lorenna Adrian: a modelo do Complexo da Maré que viveu o isolamento em três países

Continua após a publicidade

Carolina Ferraz e a vida como YouTuber: ‘Ninguém manda em mim’

Marcos Palmeira: a estreia do ator na literatura e na direção

Publicidade