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Exposição em convento tem presépio polêmico coberto

Além da cena comum do nascimento de Jesus na estrebaria, a obra contava com uma prostituta e um casal gay

Por Redação VEJA RIO - 28 dez 2017, 15h37

Além do menino Jesus, Maria e José, um presépio chamou a atenção em uma exposição exibida no Convento de Santo Antônio, no Centro do Rio. A obra em questão contava também com uma prostituta e um casal homossexual entre seus personagens. No entanto, após o frei Róger Brunorio, curador da exposição, dizer que a peça representava excluídos sociais, ela foi coberta com um pano preto.

Criada pelo artista plástico Luciano de Almeida, a obra foi escondida, segundo a curadoria, para evitar que aconteça escândalos que em nada contribuem para o espírito natalino.

Em nota, a Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil, ligada ao convento, afirmou que a decisão se deu pela compreensão distorcida de alguns grupos, e que o objetivo da peça era fazer uma provocação artística para o diálogo, a acolhida e a misericórdia.

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