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Grátis: CCBB organiza mostra on-line de filmes egípcios

Programação também vai contar com palestras, workshops e debates com diretores numa conexão Cairo-Rio

Por Marcela Capobianco - Atualizado em 28 jul 2020, 16h17 - Publicado em 28 jul 2020, 15h53

A partir desta quarta (29), o CCBB promove, pela internet, a Segunda Mostra de Cinema Egípcio Contemporâneo. Os ingressos são gratuitos.

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A mostra, que vai até 23 de agosto, apresenta uma seleção de 24 títulos feita pelo produtor e curador Amro Saad, egípcio naturalizado brasileiro. São obras lançadas entre 2011 e 2019, que revelam a nova geração de cineastas egípcios em documentários e ficções de diversos gêneros – da comédia ao terror.

As produções vão desde premiados sucessos comerciais a filmes experimentais independentes.

Além da exibição diária dos filmes, serão realizados workshops, palestras e debates com diretores.

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A sessão especial de abertura traz o documentário Para onde foi Ramsés? e terá um debate com o diretor Amr Bayoumi, e um show da banda Mazaher, que criou a trilha sonora do filme, tudo transmitido diretamente do Cairo.

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Para ter acesso aos conteúdos, basta fazer um cadastro no site do festival. A programação completa da mostra também pode ser consultada no endereço on-line.

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Serão realizadas sessões inclusivas (com legenda descritiva ou audiodescrição) e a apresentação da abertura terá tradução para LIBRAS.

Entre os destaques da mostra estão o filme de terror O Elefante Azul 2, dirigido por Marwan Hamed, lançado no ano passado· O longa registrou o maior sucesso de bilheteria da história do cinema egípcio.

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Também estarão em cartaz o documentário Joana d’Arc Egípcia, de Iman Kamel, que chegou aos cinemas locais em 2016 e discute as experiências das mulheres egípcias após a revolução de janeiro de 2011; a comédia Como um palito de fósforo (2014), de Hussein Al Imam, que homenageia as grandes estrelas da Era de Ouro do cinema egípcio; e Eu tenho uma foto (2017), documentário de Mohamed Zedan que conta a história do cinema egípcio através da trajetória de Motawe Eweis, figurante que trabalhou em cerca de mil filmes, desde os anos 40 até hoje.

 

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