Oro (Desde 2016)

Tipos de Restaurantes: Cozinha contemporânea
Veja Rio
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Endereço: Avenida General San Martin, 889 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ ver no mapa
Telefone: (21) 25408768
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
19:00 - 23:00
quarta-feira
19:00 - 23:00
quinta-feira
19:00 - 23:00
sexta-feira
19:00 - 23:00
sábado
13:00 - 15:00
domingo
Fechado
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Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de débito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Reservas ((21) 25408768) (www.ororestaurante.com.br), Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (35), Levar vinhos (permite) (R$ 120,00)

Resenha por Isabelle Lindote

Cinco vezes o chef do ano no COMER & BEBER, Felipe Bronze teve seu restaurante contemporâneo consagrado como o único reduto carioca a ganhar a segunda estrela na edição brasileira do Guia Michelin. Sua cozinha de vanguarda trocou a pirotecnia por preparos com gosto da brasa. O menu atual tem dois caminhos: afetividade (R$ 335,00 ou R$ 475,00, harmonizado pela sommelière Cecilia Aldaz), reunião de snacks, um prato e um doce, e criatividade (R$ 435,00 ou R$ 595,00), com mais dois pratos principais, a exemplo do pescado com tomate assado e “moqueca” de caqui. A seção “com as mãos” elenca doze opções, como tutu com polvo e ostra com caipirinha. Seu famoso brigadeiro é servido com café Orfeu.

Preços checados em julho de 2018

    Comer e beber

    • 2018 - Indicado

      A Melhor Cozinha de Autor Comer & Beber .

      Cinco vezes o chef do ano no COMER & BEBER, Felipe Bronze teve seu restaurante contemporâneo consagrado como o único reduto carioca a ganhar a segunda estrela na edição brasileira do Guia Michelin. Sua cozinha de vanguarda trocou a pirotecnia por preparos com gosto da brasa. O menu atual tem dois caminhos: afetividade (R$ 335,00 ou R$ 475,00, harmonizado pela sommelière Cecilia Aldaz), reunião de snacks, um prato e um doce, e criatividade (R$ 435,00 ou R$ 595,00), com mais dois pratos principais, a exemplo do pescado com tomate assado e “moqueca” de caqui. A seção “com as mãos” elenca doze opções, como tutu com polvo e ostra com caipirinha. Seu famoso brigadeiro é servido com café Orfeu.

      Fabio Codeço

    • 2016 - Vencedor

      Contemporâneo Comer & Beber .

      Foi um susto quando Felipe Bronze anunciou, em março de 2015, o fechamento temporário do Oro, pouco depois de ganhar uma estrela na edição brasileira do Guia Michelin. Os mais céticos chegaram a decretar o fim da grife do chef e hoje também apresentador de TV. Fazia sentido. Naquela altura, o cozinheiro encerrava uma parceria de cinco anos com o empresário Eurico Cunha. Bronze reabriu a casa em abril de 2016. São novos o endereço — o ponto do extinto Juice Co., no Leblon — e o conceito, apoiado na mais rudimentar das ferramentas de cozinha: a brasa. Pode parecer contraditório para alguém tão afeito às técnicas de vanguarda, mas trata-se de uma tendência que se espalha na alta gastronomia. Nada mais contemporâneo, portanto. O percurso começa com uma seleção de snacks, entradinhas deliciosas, como o éclair de foie gras com chocolate branco e bacuri e o surpreendente crocante de arroz negro com lula e aïoli. O defumado da brasa se faz mais presente nos pratos principais, a exemplo do polvo guarnecido de creme de amêndoas, cebolinha tostada e purê de limão. As sobremesas, variações em torno de determinado tema, são para partilhar. Uma delas, a via láctea reúne sorvete de leite queimado, doce de leite, pão de ló e pele de leite. São dois menus: afetividade (R$ 245,00), com snacks, dois pratos e sobremesa, e criatividade (R$ 315,00), em que o cozinheiro explora ingredientes do dia e inclui outros dois pratos principais. Com a harmonização de Cecilia Aldaz, eleita a sommelière do ano, os preços sobem para R$ 365,00 e R$ 495,00, respectivamente. Além da cozinha, Bronze se preocupou com cada detalhe da decoração. Foram escolhas dele itens como as cadeiras do designer Zanini de Zanine, mesas dos Irmãos Campana, jabuticabeiras suspensas e o painel de grandes dimensões do artista plástico Laercio Redondo. Tudo para enfeitar seu, agora, tricampeão. 

      Fabio Codeço

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