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Dia da Cachaça inspira roteiro por drinques nos balcões da cidade

A aguardente de cana, celebrada nacionalmente no dia 13, é base para coquetéis criativos em bares cariocas

Por Redação Veja Rio Atualizado em 2 jun 2017, 11h59 - Publicado em 16 set 2016, 22h59

Patrimônio Histórico Cultural do Rio de Janeiro, a aguardente de cana, destilado genuinamente brasileiro, ganhou um dia só para ela: em 13 de setembro, é celebrado o Dia Nacional da Cachaça. A data faz referência à Revolta da Cachaça, ocorrida no século XVII, devido à proibição da produção e comercialização da bebida pela Coroa Portuguesa, para evitar concorrência com a Bagaceira importada da metrópole. Depois de algumas derrotas, os produtores conseguiram a aprovação da Coroa – o resto é história.

cachaca Werneck
cachaca Werneck

No mesmo dia, a Cachaça Werneck, de Rio das Flores, no Vale do Paraíba, recebeu, pela segunda vez, a medalha de prata no Concours Mondial de Bruxelles. A 14a edição do evento aconteceu na cidade de São Roque, no interior de São Paulo. A Werneck foi uma premiadas entre 402 amostras de 82 destilarias e 86 vinícolas, de regiões como Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Paraíba, Maranhão, Bahia e São Paulo. A cachaça foi escolhida às cegas por um júri de quinze especialistas, enófilos, enólogos e sommeliers estrangeiros e brasileiros.

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Pegando carona na data, selecionamos um roteiro de drinques preparados com a purinha que vão muito além da boa e velha caipirinha. Saiba onde provar boas receitas com cachaça:

Alice Bar

Alice Bar drinque rainha de copas
Alice Bar drinque rainha de copas

No estiloso bar em Botafogo, inspirado no universo de Alice no País das Maravilhas, treze das dezenove receitas da carta assinada pelo mixólogo Walter Garin são preparadas à base do destilado. Entre elas, a batizada de rainha de copas  (R$ 24,90) reúne cachaça Da Quinta envelhecida em amburana, purê de frutas vermelhas, xarope de hibisco, clara de ovo pasteurizada, bitter de cranberry e folhas de manjericão.  Releitura do clássico negroni, o imigrante (R$ 28,90) é feito com cachaça Werneck envelhecida em jequitibá e infusão de limão e especiarias, além dos clássicos vermute tinto e Campari.

Bar d’Hôtel

BARTENDER_TomasRangel_2
BARTENDER_TomasRangel_2

Eleito o bartender do ano na última edição do especial COMER & BEBER, o mixologista Tai Barbin acaba de deixar a casa, campeã na categoria carta de drinques em 2015. Não sem antes lançar uma nova carta de coquetéis, que inclui receitas inspiradas como o madame carioca (R$ 29,00), reunião de cachaça Leblon, pomelo, gengibre e limão-siciliano, servido em uma caneca branca com uma espuma de mel.

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Caverna

Caverna_bipolar
Caverna_bipolar

O bipolar, preparado pelo bartender Miguel Paes no bar de aura roqueira em Botafogo, é feito com cachaça mineira envelhecida em barril de Amburana, xarope artesanal de maracujá, licor Saint Germain e suco de limão, finalizado com mix de pimentas preta e branca moídas na hora (R$ 25,00).

Joaquina

Joaquina - Caipirão morango
Joaquina – Caipirão morango

Com matriz na Cobal do Humaitá e filial de frente para a praia no Leme, o bar com decoração inspirado nos tempos do Império investe em um drinque turbinado: o caipirão é uma super caipirinha de 400 mililitros, que pode ser preparada com cachaça Magnífica prata (R$ 20,00) ou ouro (R$ 23,00), além de duas frutas e um tempero à escolha.

Oscar Bistrô Bar

OSCAR bistrô bar - Yellow submarine
OSCAR bistrô bar – Yellow submarine

Na Rua Dias Ferreira, uma das mais badaladas do Leblon, o agradável misto de bistrô e wine bar oferece também drinques interessantes. O yellow submarine é feito com cachaça envelhecida em barril de carvalho, mix de frutas amarelas, xarope de capim limão e baunilha (R$ 30,00).

Sobe

SOBE_Biriba
SOBE_Biriba

A nova carta de drinques criada pelo barman William Barão traz três receitas preparadas com a purinha. O biriba leva cachaça Leblon, purê de fruta do conde caramelizada, tintura de canela, suco de blueberry e limão desidratado (R$ 26,90). Para quem não dispensa uma xíxara de cafeína, o african coffee é feito com cachaça Leblon Merlet, café expresso, rapadura e espuma de Amarula (R$ 33,90), enquanto o âmbar, servido em uma inusitada taça em formato de lâmpada, é feito com cachaça Leblon Merlet, fumaça líquida, Campari e licor de cereja (R$ 33,90).

 

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