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Crítica: Caju presta homenagem ao ingrediente que dá nome à casa

Com ambiente descontraído, o bar de paredes amarelas está localizado quase em frente aos tradicionais Cervantes e Galeto Sat’s, em Copacabana

Por Carolina Barbosa - Atualizado em 9 mar 2020, 10h42 - Publicado em 6 mar 2020, 12h00

Quase em frente aos tradicionais Cervantes e Galeto Sat’s, em Copacabana, o bar de paredes amarelas e ambiente descontraído presta uma homenagem ao fruto carnudo que dá nome ao espaço com várias criações feitas com o ingrediente. Ele aparece, por exemplo, no vinagrete de polvo, acompanhado de chips de mandioca (R$ 35,00), e no cajuburguer (R$ 30,00), com 150 gramas de cupim, mix de queijos, cebola crocante e maionese de caju com pimenta-de-­cheiro (R$ 30,00). Para beber, a carta de drinques da bartender Priscilla Pulcherio, do Garoa Ipanema, oferece sugestões como o carolina, à base de gim, cajuína, xarope de especiarias, canela, tônica e espuma de caju (R$ 28,00). No primeiro gole, a espuma pode dar a impressão de que o coquetel é uma mistura adocicada, mas surpreende pelo equilíbrio nas bicadas seguintes. Apesar da onipresença do fruto, há opções para todos os gostos — até para quem não curte caju. Tem, por exemplo, um saboroso baião de ­dois (R$ 28,00), com queijo de coalho, abobrinha, pimentão, cogumelo, feijão-de-corda e pesto de alfavaca. Chega à mesa quentinho, bem temperado, finalizado com um belo ovo de gema mole para arrematar e deixar aquele gostinho de quero mais. Praça Demétrio Ribeiro, 97, loja C, Copacabana, ☎ 3264-3713. 18h30/0h (sex. até 1h; sáb. 14h/1h; dom. 14h/22h). Fecha seg. Aberto em 2019.

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