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Canecas do drinque Moscow Mule são roubadas nos bares da cidade

Desde a inauguração do Garoa, em fevereiro, na Rua Dias Ferreira, já sumiram 33 das 36 canequinhas de cobre originais

Por Rafael Sento Sé Atualizado em 14 ago 2017, 14h50 - Publicado em 12 ago 2017, 00h29

Mistura de vodca, limão, gengibre e canela, o moscow mule deve ser servido em uma caneca de cobre. O drinque caiu nas graças da boemia, assim como seu curioso recipiente, transformado em cobiçado objeto de desejo, a ponto de ser simplesmente roubado pela clientela dos balcões mais grã-finos. Desde a inauguração do Garoa, em fevereiro, na Rua Dias Ferreira, já sumiram 33 das 36 canequinhas de cobre originais, além de vinte similares comprados para substituí-las. Os funcionários lançaram no Instagram a campanha #VoltaCaneca e, irreverentes, contam os dias sem perdas. No Vogue Square, o Vizinho (trinta baixas até agora) intensificou o relacionamento com os clientes para vigiar mais de perto eventuais malfeitores.

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