A vez do tamarindo na coquetelaria
A fruta agridoce ganha protagonismo em receitas de drinques com cachaça, rum, vodca e uísque
O toque azedinho dá as caras no baía de todos os santos (R$ 54,00), do Nosso (Rua Maria Quitéria, 91, Ipanema), com uísque, licor de mel de cacau, tamarindo, espumante de acerola, bacuri, Lagunitas Ipa, Perrier, rapadura e umeshu.

A fruta ganha potência na Curadoria & Bar Saudade (Rua da Matriz, 54, Botafogo) com o coquetel galho fraco (R$ 29,00), feito com uísque com fat wash de banha de porco frita, cordial de tamarindo com mel, maracujá e laranja.
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Na carta cheia de brasilidade do Arp Bar (Rua Francisco Otaviano, 177, Ipanema), o mule da casa (R$ 38,00) apresenta uma mistura equilibrada de vodca, sucos de tangerina e de limão, xarope de tamarindo e espuma de cupuaçu.

Um dos drinques mais pedidos do Jurema Bar (Rua Morais e Vale, 47, Lapa) é o tamarindo sour, que traz cachaça Lena Ouro (R$ 26,00) ou Jim Beam (R$ 35,00), mix cítrico da fruta e a clássica bala para aquele toque de doçura final.
Humor, personalidade e uma dose de astúcia garantem o sucesso do chespirito (R$ 29,00), no Suru Bafo (Rua da Lapa, 128, Glória). Rum ouro, tamarindo, laranja e espuma de gengibre se misturam para homenagear o ator de Chaves e Chapolin.







