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Chuvas de verão: o que será feito para minimizar o impacto na cidade

Em coletiva, prefeito Eduardo Paes anunciou instalação de sensores capazes de prever alagamentos

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 5 out 2021, 12h27 - Publicado em 5 out 2021, 12h26

A pouco mais de dois meses da estação mais quente do ano, também reconhecida por seus problemas decorrentes das chuvas, a Prefeitura do Rio lançou na manhã desta terça (5) o Plano Verão. A iniciativa criada pelo Centro de Operações em parceria com outros 34 órgãos municipais reúne ações para minimizar os impactos climáticos na cidade.

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Em coletiva, o principal anúncio feito pelo prefeito Eduardo Paes foi sobre a instalação de sensores Noah no Catete, em Bangu e no Itanhangá, capazes de detectar pontos de alagamento com antecedência. “A gente não consegue evitar, mas consegue prever o alagamento. O importante é que eles nos permitem algum grau de previsibilidade”, explicou. 

Além disso, as áreas que mais sofrem com as chuvas na cidade receberão 2000 câmeras para controle até dezembro e houve uma mudança nos estágios de ocorrências da cidade. Já para o caso de desabrigados e desalojados pela chuva, foram definidos 27 novos pontos de apoio para receber estas pessoas.

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Todo o planejamento começou ainda em maio, com a Operação Ralo Limpo, que promoveu a limpeza de 50 pontos mais afetados e retirou mais de 400 toneladas de resíduos. Também foram realizadas a desobstrução de escadas hidráulicas em seis comunidades, as canaletas usadas para o escoamento de água em comunidades.

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