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Jonathan Ferr, o pianista de Madureira que quer democratizar o jazz

Fenômeno da música instrumental, ele diz que ser nascido e criado no bairro de maior tradição no samba foi essencial para fazer florescer o seu talento

Por Cleo Guimarães Atualizado em 16 jul 2021, 16h02 - Publicado em 16 jul 2021, 07h00
Jonathan Ferr
Jonathan Ferr: “Quando toco Nirvana é uma forma de aproximar e de mostrar novas possibilidades estéticas” Renan Oliveira/Divulgação

Miles Davis, Hermeto Pascoal e Tom Jobim são algumas das influências do pianista e compositor Jonathan Ferr, 34 anos, mas o que fez diferença mesmo na sua música foi ter nascido e crescido em Madureira. “As igrejas, as escolas de samba, o funk, o jongo da Serrinha, o baile charme do viaduto, o rock na praça de Rocha Miranda, tudo, sem exceção, moldou o artista que sou”, assegura o músico, sucesso de público e crítica no YouTube.

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Seu grande objetivo na vida, afirma, é democratizar o acesso ao jazz e ao instrumental. “Quando toco Nirvana, é uma forma de aproximar e de mostrar novas possibilidades estéticas”, exemplifica Ferr, que, sempre imprevisível em seus trabalhos, acaba de lançar o segundo álbum, Cura, gestado a partir de um mergulho no budismo e em rituais xamânicos.

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