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Julia Zardo
Para que serve a ciência?

Para que serve a ciência?

Julia Zardo Por
Julia Zardo
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A CT&I precisa ser entendida como prioridade, afinal ela é a continuidade de uma educação que deu certo
Estamos tratando de um segmento naturalmente orgânico, vivo e delimitá-lo, talvez, seja a menor das prioridades.
Talvez uma das respostas para novas formas de se relacionar com o tempo, de uma maneira mais saudável, possa estar na sabedoria indígena e ancestral
A Indústria da Construção é considerada uma espécie de termômetro do desempenho da economia do país, pois é a primeira a sinalizar a retomada do crescimento
Para retomar a trajetória de crescimento da economia nacional, é fundamental que seja planejada e implementada uma moderna política industrial
A economia criativa pode também transformar a sobrevivência em supervivência
Consumidores têm papel fundamental na economia circular, um dos quatro pilares para alcançarmos uma economia de baixo carbono
Capacidade de imaginar sem restrições ou pré-conceitos é ferramenta poderosa para potencializar negócios, criar novos produtos e organizar cidades
Do ponto de vista econômico, a Economia Criativa é um conjunto de áreas e segmentos dinâmicos com expressivo crescimento mundial
Uma das coisas mais apaixonantes de se pensar esta pauta é que ela diz respeito a todos, e por isso a inovação pode emergir nos ambientes diversos
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De um lado, a universidade consegue direcionar para o mercado seu conhecimento. De outro, a empresa pode melhorar seus processos e produtos
Tecnologias imersivas, crise climática e um novo mundo do trabalho são alguns dos temas que devem mobilizar a sociedade nos próximos dois anos
Necessidade da diversidade de raças, gerações, de gênero e sexualidade está sendo percebida como ferramenta para aumentar a competitividade das empresas
Sigla exige um novo modelo de comportamento não só das empresas, mas da sociedade
Refletir sobre a forma como performamos é fundamental para criar o futuro que queremos
O termo Metápolis significa entender a dinâmica das cidades entendendo-as como seres vivos, mutáveis e integrados
Diversos esforços vêm sendo feitos para aproximar as agendas da academia e das empresas e fomentar a inovação no Brasil
A exemplo de grandes cidades do mundo, indústria audiovisual pode contribuir para retomada do Rio
Estamos conseguindo mobilizar e pautar as agendas para a urgência da fome. Conseguiremos essa mobilização para projetos protagonistas de desenvolvimento?
Quem faz a transformação digital não são as tecnologias e ferramentas, mas, sim, as pessoas, os novos modelos mentais e a mudança de cultura
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