Entrevista com o presidente do Wines of Chile

14 maio 2012 | deixe seu comentário (0)

Por Marcelo Copello


No início deste ano fui jurado no maior concurso do chile, o Annual Wines of Chile Awards (AWoCA), e tive a oportunidade de entrevistar Rene Araneda, o presidente da Wines of Chile. Conversamos sobre o mercado de vinhos chilenos e a relação do Chile e o Brasil. Veja a esta entrevista exclusiva:

 

 


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Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)

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Angelina Jolie e Brad Pitt fazem seu vinho

10 maio 2012 | deixe seu comentário (0)

O casal de atores Angelina Jolie e Brad Pitt são os mais novos astros do cinema a entrar para o mundo do vinho. A lista de nomes que une o cinema ao vinhos é longa e cresce a cada dia, indo de Francis Ford Coppola a Antonio Banderas.

Angelia e Brad compraram a alguns anos o Château de Miraval, sul da França e agora produzem lá seu próprio vinho, que sem chama «El domínio de Brangelina», obviamente uma junção dos nomes do casal.

 

 

 

A propriedade, que tem cerca de 400 hectares com uma mansão de 35 quartos, teria sido  adquirida pelo casal por 60 milhões de dólares.

Aguardemos o vinho chegar ao mercado.

Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)

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Orgânico ou Biodinâmico?

09 maio 2012 | deixe seu comentário (0)

Por Marcelo Copello

 

 

Estive na Califórnia visitando um dos mais importantes produtores biodinâmicos dos EUA, a Benzinger Wines. Lá conversei com o especialista Hal McCown, que nos dá uma aula sobre o tema. Ele explica, de dentro do vinhedo, qual a diferença entre os cultivos ”orgânico” e “biodinâmico”:

 

 

Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)

 

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Sete copos mortais

07 maio 2012 | deixe seu comentário (0)

Por Marcelo Copello

 

Kacper Hamilton é um designer inglês especializado em objetos de luxo, na linha do experimental ou conceitual, sempre baseando seus trabalhos em histórias e rituais.

Inspirado nos 7 pecados capitais Hamilton criou uma no linha de taças de vinho. Cada copo representa um pecado e seguindo o artista “cada copo encapsula um pecado, que é revelado através do ritual de beber”. Para ele a sua criação é “uma celebração da paixão e incentivam o degustador a ser pecaminoso de forma teatral”.

Eu não teria e muito menos usaria, mas é no mínimo curioso…

  1. avareza
  2. inveja
  3. preguiça
  4. ira
  5. luxuria
  6. gula
  7. soberba, orgulho ou vaidade

Taça Avareza

Degustação em Taça Avareza

Taça Inveja

Degustação em Taça Inveja

Taça Preguiça

Degustação em Taça Preguiça

Taça Ira

Degustação em Taça Ira

Taça Luxuria

Degustação em Taça Luxuria

Taça Gula

Degustação em Taça Gula

Taça Vaidade

Degustação em Taça Vaidade

 

 

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Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)

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Como comprar vinhos

02 maio 2012 | deixe seu comentário (0)


Por
Marcelo Copello

 

“Só a primeira garrafa de vinho é cara” – provérbio francês.


Pode-se ver o vinho sob diversos ângulos: como um saudável alimento; como uma mera bebida alcoólica; como símbolo de status, sofisticação e, eventualmente, esnobismo; como história líquida que acompanha a espécie humana desde os primórdios da civilização; como fonte inesgotável de prazer e descobertas; e, também, como um produto comercial. Abordaremos aqui este último aspecto, mais especificamente o momento da compra.

 

O vinho é um produto de variedade infinita. Existem literalmente milhares de rótulos a disposição do consumidor brasileiro. Então qual deles escolher? Para um enófilo inexperiente, a compra pode significar ansiedade e expectativa na escolha de uma boa garrafa.

 

O “vinho bom” nada mais é do que o que melhor se adapta a seu gosto pessoal, ao seu poder aquisitivo, e à ocasião a qual se destina (temperatura do ambiente, companhia, comida e estado de espírito). Muitos tem como regra única de compra o “quanto mais caro, melhor o vinho”. Preço, contudo, não caminha par-e-passo com qualidade. É simplesmente resultado da oferta e procura. Um Romaneé Conti pode custar 10 vezes o preço de um Château Latour. Conclui-se, então, que seja 10 vezes melhor? Não, conclui-se apenas que existem menos garrafas de Romanée Conti disponíveis e/ou mais pessoas dispostas a pagar por elas.

 

Existem “vinhos bons” para todos os gostos, bolsos e ocasiões. Vejamos algumas dicas para amenizar suas dúvidas na hora da compra:

 

Procure uma loja ou importadora com boa variedade. O primeiro aspecto a se observar é a origem, um produtor renomado garante um padrão de qualidade, embora nem sempre os preços compensem. Nomes desconhecidos podem ser boas descobertas, mas com uma dose de risco. Não deixe também de observar se existem safras recentes, se o estoque está sendo renovado.

 

A boa conservação é fundamental, desde a origem até a prateleira. Portanto, procure garrafas trazidas por bons importadores, em containers climatizados. Supermercados normalmente desligam o ar-condicionado à noite, portanto cuidado ao adquirir exemplares mais frágeis (espumantes, brancos e tintos ligeiros) neste locais.

 

Examine o estado do rótulo. Você não vai beber o rótulo, mas se estiver danificado indica maus tratos à garrafa. Observe como estas estão sendo conservadas. Não compre se ficaram numa vitrine expostas ao sol. Observe o nível de líquido na garrafa, compare com outras do mesmo vinho. Se o nível estiver baixo, não compre. Ao achar um exemplar desconhecido a preço atraente, adquira apenas uma unidade para provar antes de fazer uma aquisição maior.

 

Olhe a garrafa contra a luz. Repare na cor do vinho, quanto mais escuro mais corpo terá. No caso dos brancos de mesa uma cor muito dourada, escura, pode indicar que está oxidado. Por outro lado, se você observar pequenos cristais boiando e brilhando, não se preocupe, trata-se apenas do bitartarato de potássio (sal que se forma naturalmente na fermentação e que não tem gosto nem cheiro).

 

Outro aspecto interessante de se observar é o formato da garrafa, que pode indicar origem (Bordeaux, Borgonha, Alsacia etc) e também, de certa forma, qualidade. Observe seu fundo. Quanto mais profunda a reentrância, mas resistente do recipiente. Pode-se observar que, geralmente, em vinhos diferentes do mesmo produtor, quanto maior a concavidade do fundo da garrafa maior a qualidade do produto. Esta dica ajuda mas não é infalível, já que hoje há muitos produtos medíocres com garrafas imponentes, e vinhos honestos, mais tradicionais, que ainda não modernizaram suas embalagens.

 

A safra é muito importante, portanto tenha em mãos uma tabela de cotação de safras, que pode ser conseguida facilmente, em catálogos de importadoras ou na internet. Lembre-se que a maioria dos vinhos não melhora com a idade, principalmente os brancos. Os de guarda custam mais caro com o passar dos anos, por isso desconfie de safras antigas a bom preço.

 

A origem também é muito importante, quanto mais específica melhor. Indicações como “Mis en bouteille à la propreieté” ou “Mis en bouteille au Château” (França), “Imbottigliato all’origine” (Itália), “Erzeugerabfullung” (Alemanha), “Embotellado en el Origen” (Espanha, Chile e Argentina), “Estate Wine” ou “Estate Bottled” (EUA, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia), indicam que a bebida foi engarrafada por quem o produziu, o que é uma indicação de qualidade.

 

Outra observação interessante é uma lógica informal que existe nos rótulos de qualquer lugar do mundo. O destaque que se dá ao nome da região, do vinho ou do produtor. Analisando: quando o nome da região, por exemplo “Bordeaux” vem em destaque e o nome do “Château” vem abaixo e mais discreto, isto pode significar que dentro de Bordeaux este Château não é importante. Por outro lado, se o nome do vinho ou do produtor vem acima e com letras maiores que o da região, pode significar que este é um dos nomes importantes daquela região.

 

Procure também experimentar novidades. Só na Itália existem mais de 100.000 rótulos diferentes, por quê se limitar apenas aos Chiantis e Valpolicellas?

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Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com)

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