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Bruce Gomlevsky: “Obra do Renato Russo é completa, não precisa espremer”

O ator, que há 14 anos interpreta o líder da banda Legião Urbana nos palcos, foi o convidado desta terça (27) na live #VejaRioAoVivo

Por Bruna Motta Atualizado em 29 out 2020, 12h10 - Publicado em 29 out 2020, 11h06

Prestes a voltar aos palcos com um tributo a Renato Russo no Teatro Riachuelo, na Cinelândia, o ator Bruce Gomlevsky foi o convidado desta terça (27) na nova série de lives #VejaRioAoVivo. No bate-papo conduzido pela repórter Marcela Capobianco, ele conversou sobre a expectativa para a apresentação que acontece no próximo sábado (31). “Em 27 anos de carreira, nunca fiquei tanto tempo sem pisar no palco”, disse.

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No mês em que se completa 24 anos da morte do líder da banda Legião Urbana, Renato Russo figurou nas páginas policiais por causa da apreensão de possíveis músicas inéditas criadas pelo artista numa operação da Polícia Civil. Bruce se disse surpreso. “Claro que vai ser incrível se uma pérola musical for encontrada, mas a obra do Renato já fala por si, é mais do que completa”.

Na live, o ator também comentou sobre a participação na nova série da Globoplay, Desalma, e adiantou os planos para a telinha e os palcos.

Confira abaixo alguns trechos da conversa e, para assistir a entrevista, basta acessar o link abaixo:

Páginas policiais

“Não entendi nada quando vi a notícia das músicas do Renato no noticiário! Fiquei curioso, porque se existe alguma coisa inédita, tomara que seja bacana. Mas acredito que a obra do Renato fala por si. Ela já é completa, não deve ser espremida. Acredito que o filho dele, Giuliano Manfredini, vai saber conduzir isso muito bem”.

Show ao invés do musical

“Já estava agoniado de não poder pisar no palco. Estou há 14 anos em cartaz com o musical sobre o Renato Russo e, neste mês, a gente lembra os 24 anos da morte desse artista icônico. Nesse momento, não teremos como fazer a peça. É um custo muito alto, são doze pessoas na equipe. Não posso ter risco de prejuízo. Para não passar em branco, resolvemos fazer um show em tributo a ele. Teremos algumas surpresas. Tem seis músicas que não figuram no repertório da peça”

Momento-xodó

“É difícil dizer, porque a peça tem duas horas, com muita adrenalina e emoção. Por onde a gente passa, o público canta junto todas músicas. E o que espanta é que sempre vem gerações novas que já são apaixonadas pela música dele. Tem um momento que eu canto Pais e Filhos e vou até a plateia, interajo com as pessoas. É incrível. Dá uma tristezinha por saber que, agora, não vou poder fazer isso”.

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Pai e filho no palco

“É uma emoção muito grande ter o meu filho Nicolas tocando teclado no show. Ele tem 17 anos e ia começar a tocar na peça, mas veio a pandemia e os planos foram adiados. Ele é tecladista, toca violão. Quando o musical começou, ele tinha 4 anos e agora está tocando com a gente. Isso é muito bacana”.

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Teatro on-line

“Eu acho que foi uma iniciativa maravilhosa. Assisti a algumas peças bem legais pela internet. Eu ainda não fiz nada, porque o contato com o público é essencial para mim. Não consegui pensar num espetáculo exclusivamente on-line. Estou pensando em algum projeto híbrido, para fazer presencial e com transmissão on-line”.

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