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Nova mostra do MAR levanta o debate sobre a violência contra corpos negros

Já o Centro Cultural Inclusartiz, na Gamboa, recebe a coletiva Quermesse, com trabalhos que passam por temas como memória, infância e ancestralidade

Por Kamille Viola 5 ago 2022, 17h29

O Museu de Arte do Rio (MAR) recebe a partir deste sábado (6) a exposição Ramificar, do artista plástico paulista Ramo. Nascido em Mauá, no ABC paulista, ele propõe um diálogo com a Praça Mauá, onde fica o centro cultural, que integra a região conhecida como Pequena África.

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Ramo apresenta trinta obras em que utiliza elementos da rua, do afrofuturismo e da espiritualidade católica, abordando temas como a masculinidade tóxica, a vilanização do homem negro, o afeto e a esperança. Duas obras serão feitas exclusivamente dentro do museu, durante a montagem da exposição.

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Entre os destaques, está a obra 111 (Neo Ex-Voto), que traz uma proposta de cura para a “vilanização” do homem preto e periférico a partir da memória do Massacre do Carandiru, chacina que teve 111 mortos e que completa trinta anos no dia 2 de outubro.

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Tríptico com pinturas abstratas em formato quadrado.
Bia Lopes: artista tem trabalhos expostos em mostra no Inclusartiz – Bia Lopes/Reprodução

No mesmo dia, o Centro Cultural Inclusartiz recebe a coletiva Quermesse, que marca o encerramento da 11ª edição do programa Imersões Poéticas, uma parceria com a Escola Sem Sítio.

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Com curadoria de Cadu e Pollyana Quintella, a mostra apresenta trabalhos — entre desenhos, pinturas, fotografias e videoarte — de dez artistas que passaram pelo programa de formação: Ana Bia Novais, Antonio Tebyriçá, Bernardo Liu, Bia Lopes, Carlos Mello Carvalho, Emiliano Freitas, Guilherme Tarini, Juliana Ronchesel, Suelen Lima e Thaís Iroko.

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Escolhido pelos alunos do curso, o título da exposição remete às festas religiosas, embora nada tenha a ver com as crenças, mas com a tradição em que cada indivíduo faz uma contribuição. Os trabalhos passam por temas como memória, infância e ancestralidade.

Museu de Arte do Rio. Espaço Orelha (ao lado da biblioteca no 4 andar). Praça Mauá, 5, Centro. Qui. a dom., 11h/18h (Última entrada no pavilhão às 17h). Grátis. De 6 de agosto a 30 de outubro.

Centro Cultural Inclusartiz. Rua Sacadura Cabral, 333, Gamboa. Abertura: Sáb. (6), 16h/20h. Visitação: Qui. a dom., 11h/18h. Até 3 de setembro.

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