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Brasserie Lapeyre

(Desde 2015)

Tipos de Restaurantes:

Veja Rio:

Endereço: Avenida Rio Branco, 1 - PC - Centro - Rio de Janeiro - RJ ver no mapa

Telefone: (21) 32131900

Horário:

segunda-feira 12:00 - 17:00

terça-feira 12:00 - 17:00

quarta-feira 12:00 - 17:00

quinta-feira 12:00 - 17:00

sexta-feira 12:00 - 17:00

sábado - Fechado

domingo - Fechado

Estabelecimento fechado

Faixa de preço: De R$106,00 a R$175,00

Informações adicionais: Couvert artístico (R$ 2,50), Reservas, Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (60), Comida (couvert) (R$ 18,00)

Resenha por Fabio Codeço

Com arabescos dourados nas paredes, mesas cobertas por toalhas brancas e cadeiras de madeira clara, o salão desse restaurante acolhe os comensais no almoço ao som de standards ao piano, entremeados por gravações de música francesa. Ao aconchegante cenário, acrescentem-se a vista escancarada para a Baía de Guanabara, a recém-renovada Praça Mauá e o Museu do Amanhã. Apenas quatro meses após a inauguração, a casa, fruto de uma bem-sucedida parceria do chef Ricardo Lapeyre com o restaurateur Eurico Cunha, comemora a vitória sobre veteranos como Olympe, Le Pré Catelan e Chez L’Ami Martin. Deixando de lado o arrojo dos tempos em que comandava o contemporâneo Laguiole, mas sem perder a ousadia, Lapeyre mergulhou nas tradições da cozinha francesa e resgatou receitas de preparo meticuloso. Comece pelo carrinho de charcutaria. Um golaço, o serviço oferece, por R$ 29,00, terrine (três opções), rillette (espécie de patê), pepino em conserva, peito de pato defumado, salada de folhas e torrada. Depois, a escolha fica entre receitas icônicas, muito bem executadas, a exemplo do pato confit (R$ 55,00), guarnecido de batata calabresa, cogumelo-de-paris, cebola caramelada e bacon. Mais delicado, o sole diéppoise (R$ 65,00) traz linguado cozido no vapor, camarão, mexilhão, batata e abobrinha. A ala doce não fica atrás, defendida por delícias como o éclair de café (R$ 15,00).

Preços checados em outubro de 2015. 

    Com arabescos dourados nas paredes, mesas cobertas por toalhas brancas e cadeiras de madeira clara, o salão desse restaurante acolhe os comensais no almoço ao som de standards ao piano, entremeados por gravações de música francesa. Ao aconchegante cenário, acrescentem-se a vista escancarada para a Baía de Guanabara, a recém-renovada Praça Mauá e o Museu do Amanhã. Apenas quatro meses após a inauguração, a casa, fruto de uma bem-sucedida parceria do chef Ricardo Lapeyre com o restaurateur Eurico Cunha, comemora a vitória sobre veteranos como Olympe, Le Pré Catelan e Chez L’Ami Martin. Deixando de lado o arrojo dos tempos em que comandava o contemporâneo Laguiole, mas sem perder a ousadia, Lapeyre mergulhou nas tradições da cozinha francesa e resgatou receitas de preparo meticuloso. Comece pelo carrinho de charcutaria. Um golaço, o serviço oferece, por R$ 29,00, terrine (três opções), rillette (espécie de patê), pepino em conserva, peito de pato defumado, salada de folhas e torrada. Depois, a escolha fica entre receitas icônicas, muito bem executadas, a exemplo do pato confit (R$ 55,00), guarnecido de batata calabresa, cogumelo-de-paris, cebola caramelada e bacon. Mais delicado, o sole diéppoise (R$ 65,00) traz linguado cozido no vapor, camarão, mexilhão, batata e abobrinha. A ala doce não fica atrás, defendida por delícias como o éclair de café (R$ 15,00).

    Preços checados em outubro de 2015.