Onde comer lagosta, que volta aos estabelecimentos com fim do defeso
Da tradicional grelhada a inovações como a versão wellington, a "rainha do mar" volta aos cardápios
Andréa Tinoco investe em temperos orientais no Pato com Laranja (Rua Dias Ferreira, 410, Leblon). A pedida selada na manteiga clarificada (R$ 290,00) vem à mesa com molho ponzu, perfume de trufas e massago black. @patocomlaranja.
Lá do alto do Hotel Nacional, o Masi (Avenida Niemeyer, 769, São Conrado) apresenta uma opção grelhada (R$ 215,00), servida com fettuccine ao limone e aspargos. A criação une simplicidade e técnica para destacar o ingrediente principal. @masi.rio.
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A estrela é preparada ao vapor com páprica, conhaque e um toque de creme de leite (R$ 398,00) no Satyricon (rua Barão da Torre, 192, Ipanema). O método preserva a delicadeza da carne e valoriza o sabor natural. @restaurante_satyricon.
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No Gajos d’Ouro (rua Aníbal de Mendonça, 31, Ipanema), faz sucesso a versão à thermidor (R$ 380,00), com molho bechamel e gratinada na própria casca. O acompanhamento é um cremoso purê de batatas. @gajosdouro.
A lagosta wellington (R$ 486,00) do Giuseppe Mar (Village Mall) é envolvida em massa folhada artesanal com presunto de parma, cogumelo-de-paris e molho especial. O prato dá direito a dois acompanhamentos. @giuseppemar__.

No Baleia Rio’s (Avenida Infante dom Henrique, s/nº, Flamengo), o crustáceo aparece na salsa com torradas (R$ 149,00) e nos frutos do mar à provençal (R$ 360,00), que vem ainda com polvo, camarão, lula e mexilhão. @baleiario.





