O que mudou no Belisco e no Deja Vu? Bares apostam em novidades
Troca de comando e aniversário movimentam cardápios e cartas dessas duas casas de vinhos
Às vésperas de completar cinco anos, o Belisco inaugura nova fase. Com a saída de Monique Gabiatti da operação, a sommelière Gabriela Teixeira assume o comando do bar de vinhos que privilegia rótulos naturais. São oitenta opções — sendo boa parte também em taças de 150 mililitros —, como o argentino laranja Familia Cecchin Naranjo (R$ 35,00).
Para a cozinha, ela convocou o chef Douglas Sanchez, que assina a tábua gourmand (R$ 138,00), com queijos, embutidos, melão, mel e pão sourdough; e o magret de pato com beterraba, cebolas glaceadas e gel de cereja (R$ 78,00; foto). A tarte tatin (R$ 51,00) mescla maçã-verde, castanhas brasileiras, sorvete de cumaru e flor de sal, encerrando com louvor.
Rua Arnaldo Quintela, 93, Botafogo (52 lugares). 18h/0h (fecha dom.). @belisco.rj.
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O Deja Vu celebra seu primeiro ano com novos pratos e coquetéis que fazem a ponte da boemia carioca ao charme parisiense. A seleção de vinhos também cresce com doze novos rótulos, incluindo o chardonnay El Zorrito, da Argentina (R$ 196,00).
No cardápio de Paulo Nuza, entram em cartaz o ravioloni de gema com queijo comté (R$ 56,00), o boeuf bourguignon (R$ 72,00) e as batatinhas com raclette (R$ 48,00). Já no balcão, Lucas Pereira apresenta quatro autorais — entre eles, o Glória (R$ 38,00), com jerez fino, baunilha, pêssego e vinagre de maçã; e o Meia-Noite (R$ 38,00), que leva uísque infusionado em manteiga noisette, caramelo e bitter.
Rua do Russel, 344, Glória (80 lugares). 18h/23h (sáb. e dom. a partir das 15h). @dejavu_rio.







