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COMER & BEBER 2017/2018: regionais – Comidinhas

Confira a seleção dos melhores endereços dessa categoria

Por Redação VEJA RIO - 28 jul 2017, 18h11

A edição especial VEJA COMER & BEBER Rio reúne 140 endereços de comidinhas. Abaixo, a seleção dos melhores endereços regionais.

Amazônia Soul: Na decoração, móveis de madeira, cerâmica marajoara e paredes de cimento queimado com detalhes em roxo enfeitam o negócio de culinária paraense. No comando, o publicitário Carlos Castilho Jr. busca levar um pouco de sua terra natal para Ipanema. Uma reforma feita em 2016 trouxe mais espaço para a clientela saborear o açaí trazido do Pará, que pode ser consumido gelado, batido com açúcar (nada de guaraná nem de outras intervenções sulistas) ou na versão tradicional, salgada (R$ 19,90, 300 mililitros). A tapioca aparece em doze sugestões de toque regional, como a reunião de caranguejo e jambu (R$ 23,90) e a de vatapá à moda (R$ 22,90), com menos dendê que a versão baiana, nada de pimenta e capricho no camarão seco. O vatapá aparece ainda no prato individual, ao lado de arroz branco (R$ 49,90), ou recheando pastéis (R$ 26,00, quatro unidades). Na ala dos preparos mais robustos figura o clássico pato no tucupi (R$ 76,90). A doçura é garantida pelos sorvetes Cairu (R$ 13,50 o potinho), famosos em Belém. Para beber, sucos de frutas típicas, como cupuaçu (R$ 13,90), cachaças com infusão (R$ 19,90) e caipirinhas, como a de taperebá (R$ 23,90).

Asa Açaí: comida amazônica no Centro ERIK BARROS PINTO/Divulgação

Asa Açaí: Para criar este negócio-solo, especializado nos sabores da Amazônia, o empresário João Hermeto — filho de Ana Castilho, chef e dona do restaurante Aprazível — percorreu vários municípios do Pará. De suas viagens, trouxe atrações como a castanha-de-caju de uma cooperativa só de mulheres na cidade de Tailândia e o chocolate da região do Baixo Xingu, além de tapioca, farinha-­d’água e azeite de tucumã provenientes de Irituia. Tudo é vendido em embalagens para levar para casa. Lá mesmo, a estrela do cardápio é o açaí (R$ 13,00, na tigela de 240 mililitros). Selecionada na região de Barcarena, a polpa, de textura sedosa, é rica em sabor e nutrientes. O pedido pode ser adoçado com xarope de guaraná ou açúcar orgânico, além de mel (por mais R$ 5,00) ou melado de cana (mais R$ 2,00). A granola da casa (R$ 4,00 a porção), criada por uma nutricionista, mistura treze ingredientes. Na hora do almoço, uma aposta certeira é a galinha no tucupi (R$ 29,00).

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 Tacacá do Norte: Lanchonete especializada nos sabores do Norte, o ponto goza de merecida fama. Diante do balcão, a clientela mata a fome com pedidas como a unha de caranguejo (R$ 9,00 a unidade), salgado que lembra uma coxinha, recheado com a carne do crustáceo desfiada. Quem busca pratos mais consistentes costuma pedir o típico tacacá (R$ 27,00), caldo da goma da mandioca-­brava (tucupi) com camarão e jambu. Para beber, o menu de sucos elenca frutas exóticas, a exemplo de murici, taperebá e camu-camu (R$ 9,50 cada pedido). O verdadeiro açaí (R$ 21,00, 400 mililitros) também tem boa procura. Porções de farinha-d’água, tapioca ou granola custam R$ 3,00 cada uma. O lugar ainda é destino certo para comprar ingredientes como tucupi (R$ 22,00 o litro) e peixes congelados por quilo, a exemplo do tucunaré (R$ 39,00), do tambaqui (R$ 49,90) e do filhote (R$ 56,00).

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