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COMER & BEBER 2017/2018: Gávea – Bares

Confira a seleção dos melhores endereços dessa região

Por Redação VEJA RIO - 28 jul 2017, 13h25

A edição especial VEJA COMER & BEBER Rio apresenta os melhores bares da cidade. Abaixo, a seleção completa:

B.G. Bar: O lugar com letreiro berrante em vermelho e amarelo é pequenino, mas conta com uma legião de fãs. Há quem prefira se aboletar nas poucas mesas, mas a maioria bebe em pé pela calçada, mais propícia ao clima de azaração do Baixo Gávea. As geladas mais vendidas são Brahma e Skol. O motivo é justo: em qualquer das marcas, dois cascos de 600 mililitros saem por R$ 15,00. Mas quem preferir poderá encarar Amstel, Original, Bud­weiser (R$ 10,00 cada uma), Heineken, Bohe­mia (R$ 12,00) ou Serramalte (R$ 13,00). Durante o dia, faz sucesso entre os trabalhadores da região o almoço executivo de preço em conta. Na happy hour, entram em cena petiscos triviais, como a porção mista de pastel nos sabores carne, queijo e camarão (R$ 24,00, cinco unidades de cada sabor) e o frango à passarinho coberto de alho frito e salsinha (R$ 25,00).

Braseiro da Gávea
Filas na porta: cenário quase diário no Braseiro Selmy Yassuda/Veja Rio

Braseiro da Gávea: Não importa o momento — no almoço dos fins de semana, na hap­py hour, nas madrugadas mais badaladas —, a casa no Baixo Gávea vive cheia. É justo, portanto, o voto recebido na categoria Agito nesta edição do COMER & BEBER. Até em pé, na calçada, a turma bebe chope Brahma (R$ 7,00; 350 mililitros). Há, ainda, quem opte pelo gim-tônica da casa, feito com a marca Beefeater, hortelã, zimbro, limão-siciliano e tônica (R$ 30,00). Em volta das mesas, as preferências são pelas delícias que saem da churrasqueira, comandada, entre outros, por Antônio Siqueira, velho conhecido dos frequentadores do Galeto Sat’s. As linguiças de pernil com molho à campanha, preparado sem o controverso pimentão verde, circulam pelo salão nos espetos (R$ 4,50 cada uma). É difícil resistir. Porção que também faz sucesso, a de coração de galinha traz precisamente vinte unidades (R$ 25,00). Na ala principal, é unanimidade a picanha ao braseiro (R$ 115,00), porção para até três pessoas, guarnecida de arroz de brócolis, farofa de ovo com banana e batata portuguesa.

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Hipódromo: Ao lado do Braseiro da Gávea, é o mais tradicional ponto boêmio da área. Na varanda ou no salão, com mural repleto de propaganda de peças, shows e eventos culturais, garçons antigos por lá, como o popular Lacerda, circulam com bandejas cheias de tulipas de chope Brahma (R$ 7,00). No almoço, as principais pedidas saem da churrasqueira. É bom início a linguiça de pernil com molho à campanha (R$ 5,00). Depois, quase todo mundo vai de picanha na brasa, em que a carne é fatiada e vem acompanhada de arroz, fritas, farofa de ovos e molho à campanha (R$ 120,00). Os que preferem uma carne com menos gordura apostam no filé­-mignon à hipódromo, servido com arroz à grega e fritas portuguesas (R$ 112,00). Mais tarde, para beliscar, as pizzas abastecem as mesas e até quem se apoia no balcão do lado de fora. A de peperone (R$ 25,90 a pequena; R$ 51,50 a grande) é a mais pedida.

Inverso Gávea: Dedicado a cervejas especiais, o endereço de Botafogo baixou as portas em março de 2017, mas havia ganhado, quatro meses antes, um charmoso ponto no Jockey. Diante da pista de corrida, com vista para o Cristo e as montanhas no entorno da Lagoa, o deque ao ar livre, sob mesas rústicas de madeira e ombrelones, é destino agradável de dia ou à noite. No salão interno o clima é outro, com apostadores de olho nos monitores que exibem os páreos. No cardápio, o apetitoso ceviche (R$ 32,00) é servido com chips de batata-doce. Saem-se bem os mini-hot-dogs no pão de queijo (R$ 31,00, quatro unidades). Na carta de bebidas, mais enxuta do que na extinta matriz, há geladas como a Easy Dive (29,00, 500 mililitros), aromática witbier da Oceânica. Entre os drinques, o Aperol spritz (R$ 29,00) é aposta segura. Terça é dia de jazz; às quartas o repertório, também ao vivo, vai de rock e blues a pop e MPB (o couvert artístico, opcional, é de R$ 20,00). Nas quintas e sextas o som é deep house, com DJs.

Porto di Vino: misto de loja e bar de vinho na Gávea Rodrigo Azevedo/Divulgação

Porto di Vino: Parte da clientela atravessa o movimento cervejeiro ao ar livre, no Baixo Gávea, passa na loja e compra um vinho para beber em casa. A partir das 18h, no entanto, o serviço de winebar convida quem chega a passar mais tempo, acomodado em confortáveis sofás e poltronas, a apreciar a bebida por lá mesmo. São quase 500 os rótulos nas estantes. O sommelier e sócio da casa Bernardo Murgel ou um funcionário da equipe bem treinada estão sempre a postos para sugerir um rótulo e esclarecer dúvidas. Exclusividades locais, o tinto francês Château La Verriere (R$ 76,00), da região de Bordeaux, e o tinto búlgaro Soli Pinot Noir (R$ 83,00) são dicas mais recentes. Entre os espumantes, prove o Cave Geisse Nature (R$ 99,00), brasileiro dos mais festejados. O enxuto cardápio de comes traz, para o tira-gosto, patê de foie gras com shiitake (R$ 28,00). São pedidas mais consistentes o bacalhau espiritual (R$ 39,00) e o excelente ravióli de açafrão recheado de linguiça e jabuticaba, coberto por molho de tomate (R$ 42,00).

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