Cachaça com DNA carioca inspira drinques em bares do Rio
Beira é um blend da versão branca da Arbórea, de Pirapetinga (MG) com aguardentes envelhecidas em amburana e pau-brasil
Uma turma de peso, composta por representantes de dezesseis botecos da cidade, desenvolveu um rótulo de cachaça para chamar de seu. Criada em parceria com a Arbórea, de Pirapetinga (MG), a Beira é um blend da versão branca com aguardentes envelhecidas em amburana e pau-brasil.
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Além de coquetéis especiais, os bares participantes sugerem petiscos para acompanhar. No Conserva (Avenida Prado Júnior, 281, Copacabana), Thiago Teixeira criou o beiramar (R$ 30,00), drinque que leva ainda conhaque defumado e calda de caju, e vai bem com a moela ao cynar (R$ 38,00).
O miúdo também entra em cena no Bar do Momo (Rua General Espírito Santo Cardoso, 50-A, Tijuca), numa panelinha com molho oriental, purê de batata-doce e torresmo (R$ 39,00), ideal para ser degustada com caipirinhas de kiwi ou lima-da-pérsia (R$ 25,00).
No Porco Amigo (Rua São Manuel, 43, Botafogo), a marvada aparece no chevett (R$ 33,90), com limão e xarope de caramelo salgado, servido ao lado do gurjão de picanha suína (R$ 57,90). @conservabar. @bardomomooficial. @porcoamigobar.





