Vinoteca Por Marcelo Copello, jornalista e especialista em vinhos Marcelo Copello dá dicas sobre vinhos
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Como no tempo dos romanos

Por Marcelo Copello Na antiguidade clássica de gregos e romanos os vinhos eram, em geral, fermentados, armazenados e transportados em ânforas de barro de vários tamanhos. Esta técnica há séculos foi praticamente abandonada em nome de recipientes e madeira, vidro, mais recentemente, aço inoxidável. São raras as vinícolas que ainda utilizam ânforas de barro pra […]

Por marcelo
Atualizado em 25 fev 2017, 19h33 - Publicado em 31 out 2011, 02h09
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  • Por Marcelo Copello

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    Na antiguidade clássica de gregos e romanos os vinhos eram, em geral, fermentados, armazenados e transportados em ânforas de barro de vários tamanhos. Esta técnica há séculos foi praticamente abandonada em nome de recipientes e madeira, vidro, mais recentemente, aço inoxidável.

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    São raras as vinícolas que ainda utilizam ânforas de barro pra fermentar seus vinhos, como as portuguesas Joaquim José Gato e José de Sousa. Os vinhos deste último estão disponíveis no Brasil, trazidos pela Inovini(https://www.aurora.com.br/vinhos.aspx). Um das mais antigas vinícolas do Alentejo, a José de Sousa, localizada em Reguengos, foi comprada há poucos anos pela empresa José Maria da Fonseca, dos vinhos Periquita. O vinho topo de gama da casa, o José de Sousa Mayor, é parcialmente fermentado antigas em ânforas de barro, como nos tempos dos romanos.

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    Além do uso de talhas (como chamam as ânforas em Portugal), este vinho tem como diferencial um vinhedo de mais de 50 anos de uma casta antiga e pouco conhecida hoje, a Grand Noir, que domina o blend deste vinho com 63%, complementado por 22% de Aragones e 15% de Trincadeira. As uvas são pisadas a pé em lagares e o vinho amadurece 10 meses em barricas novas de carvalho francês.

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    Provei ano passado junto com seu enólogo, Domingos Soares Franco, o José de Souza Mayor 2007, estava excelente, ainda novo e com bastante madeira, com um toque de rusticidade e complexidade dado pela casta e, quem sabe, pelo contato com o barro. Pode ser comprado pela INOVINI (www.inovini.com.br) por R$230,00 Minha nota: 90 pontos.

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    Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)

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