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Mais um caso: santuário em homenagem a Zé Pelintra é alvo de intolerância religiosa

Rio lidera ranking de denúncias registradas por preconceito contra religiões de origem africana

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 27 set 2021, 13h44 - Publicado em 27 set 2021, 13h36

Antes mesmo de sua inauguração em julho do ano passado, o santuário em homenagem a Zé Pelintra, localizado sob os Arcos da Lapa, sofreu com a ação de ataques com contornos de intolerância religiosa. Agora, novamente o espaço foi alvo de vândalos.

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O caso aconteceu no último dia 18, mas só ganhou repercussão neste sábado (25). Um vídeo publicado nas redes sociais pela página “Nossos Orixàs” mostrou o tamanho do estrago, com pichações em tinta preta. “Eu prometo que isso não vai ficar assim”, dizia uma das representantes do perfil, que se propôs logo a começar a limpeza.

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Na esquina da ladeira de Santa Teresa com a rua Joaquim Silva, no berço da boemia carioca, o espaço é há anos destinado ao malandro, com imagens colocadas por devotos da entidade. O caso não é isolado e o cenário é triste: o Rio hoje é líder no ranking das unidades da federação com mais denúncias registradas por vítimas de intolerância ligadas a candomblé, umbanda e outras religiões de ascendência africana.

+ Por que Rio lidera ranking de intolerância contra religiões africanas

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