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Após ser barrado no Cristo, Padre Omar recebe as chaves do santuário

Decisão ocorreu após intervenção do deputado Júlio Lopes, que celebrou "o bom senso ser restabelecido"

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 27 set 2021, 12h57 - Publicado em 27 set 2021, 12h55

No início do mês, católicos cariocas tomaram um susto: padre Omar, reitor do Santuário do Cristo Redentor, teve sua entrada barrada no monumento por seguranças do Parque Nacional da Tijuca. O religioso e um grupo de fiéis se dirigiam para um batizado aos pés do monumento, no último dia 11.

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Depois de levar o caso até o Vaticano, ficou determinado pelo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Leite, que as chaves do cartão-postal fossem entregues a ele.

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A decisão ocorreu após intervenção do deputado Júlio Lopes, que cobrou uma atitude da presidência do ICMBio sobre a absurda proibição do acesso de representantes da arquidiocese ao Cristo Redentor. “É com muita alegria que vejo o bom senso ser restabelecido”, escreveu ele em uma postagem nas redes sociais.

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Segundo o parlamentar, a luta agora é para que seja assegurado um acesso exclusivo ao monumento não só para o padre Omar, como também para todos os representantes da igreja.

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