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Acha que é fácil fotografar um pinguim com o Dois Irmãos ao fundo?

Ave, arisca, deu canseira em Fábio Minduim, que estava registrando surfistas no Posto 10. "Ele mergulhava e aparecia metros à frente", relembra Minduim

Por Pedro Tinoco - Atualizado em 17 jul 2020, 21h16 - Publicado em 17 jul 2020, 06h00

Fotógrafo de esporte e ação com mais de duas décadas de atividade, Fabio Minduim vem se dedicando nos últimos tempos a paisagens flagradas de dentro d’água. No dia 1º de julho, estava em seu ambiente de trabalho, clicando manobras de surfistas, quando a galera começou a gritar “pinguim, pinguim”.

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Na altura do Posto 10, em Ipanema, Minduim não descansou enquanto não enquadrou o visitante na imagem acima, fazendo pose com o Morro Dois Irmãos ao fundo. “Foi uma canseira, ele é arisco, mergulhava e reaparecia 100 metros adiante”, lembra o fotógrafo.

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“É um jovem pinguim-de-magalhães”, ensina Cláudio Maas, biólogo do BioParque do Rio, o novo Zoo carioca.

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“Eles fazem seus ninhos na Argentina e sobem pelo litoral nesta época de inverno. Costumam ficar em alto-mar, mas às vezes, porque não atingiram o peso ideal, não conseguiram alimento ou até quando esbarram com uma mancha de óleo, acabam se aproximando da costa”, explica Maas, antes de recomendar: “Os animais que chegam à praia estão fracos, cansados. Não tentem capturá-los, apenas comuniquem às autoridades.”

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