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Olimpíada de Londres também teve problemas na Vila Olímpica

O Comitê Olímpico da Austrália se recusou a permanecer nas instalações cariocas por conta de obras inacabadas, mas complexo dos Jogos de 2012 também passou por ajustes de emergência

Por Redação VEJA RIO
Atualizado em 2 jun 2017, 12h02 - Publicado em 25 jul 2016, 13h56

Neste domingo (24), a Vila Olímpica mal abriu as portas e já recebeu reclamações. O Comitê Olímpico da Austrália (AOC) se recusou a permanecer nas instalações, alegando que o local está “inabitável”, com problemas hidráulicos, elétricos e também nas instalações de gás encanado. Por isso, hospedaria sua equipe de atletas em hotel. Mesmo após o comitê organizador da Rio 2016 ter escalado centenas de trabalhadores para corrigir tais problemas, o comitê australiano informou que não tem certeza de que os ambientes poderão ser ocupadas pelos esportistas, já começam a chegar no país nesta segunda (25), a exemplo dos competidores de boxe e canoagem.

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Vale lembrar, no entanto, que apesar das críticas à infraestrutura no Rio, os problemas também ocorreram nos Jogos de Londres, em 2012, quando vários atletas compartilharam imagens dos problemas em redes sociais. À época, competidores dos Estados Unidos reclamaram que equipamentos de ar-condicionado estavam quebrados e, por conta do verão europeu, sofriam com temperaturas que ultrapassavam 30 ºC. Com relação às camas também houve insatisfação, pois alegaram que muitas eram menores que os atletas. A remadora argentina Maria Gabriela Best, de 1,85m, ficou com parte das pernas e os pés para fora, porque não cabia no espaço.

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A delegação indiana, por exemplo, questionou ainda o tamanho dos quartos em Londres. Segundo representantes, os atletas mal conseguiam se mexer nos alojamentos quando estavam acompanhados de equipamentos. Apesar das críticas e das falhas, ninguém se recusou a se hospedar por lá, a exemplo do estardalhaço feito por aqui.

Até esta segunda (25), 66 delegações chegaram no local para o evento, marcado de 5 a 21 de agosto. Diante da polêmica, o presidente do Comitê Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, minimizou os problemas e mostrou confiança na entrega total da vila para as delegações e disse que todos os reajustes necessários serão feitos.

 

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