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Novo Museu Nacional vai expor esqueleto de baleia encalhada no Ceará

Ossada, que está enterrada no litoral cearense, vai substituir simbolicamente esqueleto de jubarte que foi consumido no incêndio de setembro de 2018

Por Marcela Capobianco - Atualizado em 18 fev 2020, 11h28 - Publicado em 18 fev 2020, 11h27

A ossada de uma baleia cachalote que encalhou no litoral cearense vai substituir, de forma simbólica, o esqueleto de uma jubarte que foi totalmente consumido no incêndio que atingiu o Museu Nacional do Rio, em setembro de 2018.

O esqueleto da cachalote está enterrado no município de Aquiraz, no Ceará, e será removido minuciosamente. A escavação começará no fim de fevereiro, com participação de pesquisadores do Museu Nacional do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual do Ceará. O grupo vai contar com o suporte da ONG Aquasis. A previsão de envio da ossada do animal para o Rio de Janeiro é outubro deste ano.

O esqueleto da baleia da jubarte que ficava no Museu Nacional era o mais antigo do Brasil, tinha cerca de 17 metros e havia sido montado há cerca de 100 anos. Já a cachalote encontrada no Ceará tinha aproximadamente 9 metros.

A expectativa é de que o Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista, Zona Norte da cidade, seja parcialmente aberto em 2022, com parte do acervo exposto. A UFRJ, porém, não sabe se terá dinheiro a tempo. A reabertura completa deve acontecer em 2025.

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