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Multa ficará mais cara para quem dirigir alcoolizado

A partir de novembro, a penalização da infração terá um aumento de 53% com as mudaças na legislação de trânsito

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 5 dez 2016, 11h00 - Publicado em 13 out 2016, 21h40

A partir de 1° de novembro, quem for pego pela Operação Lei Seca dirigindo embriagado ou se recusar a fazer o teste do bafômetro terá que pagar uma multa mais salgada. O valor, que atualmente é de R$ 1.915, vai subir para  R$ 2.934,70, e o motorista ainda terá a carteira de habilitação suspensa por 12 meses. O aumento da multa é de 53%. Outras infrações também ficarão mais caras com as mudanças na legislação de trânsito, que têm o objetivo de reforçar a direção consciente: falar ao celular enquanto dirige passará de infração média, cuja multa hoje é de R$ 85,13, para gravíssima, R$ 191,54, mas esses valores também serão reajustados. E quem estacionar indevidamente em vaga de idoso ou deficiente perderá sete pontos na carteira.

Iniciada em 2009, a Operação Lei Seca trouxe uma mudança para a realidade da segurança nas ruas e estradas do Estado do Rio. Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) e do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o número de mortes em 2009 foi de 59 por 100 mil veículos. No ano passado, foi de 29 por cada 100 mil veículos, uma redução de aproximadamente 50%. Segundo o tenente-coronel Marco Andrade, coordenador da Lei Seca, há sete anos 20% dos motoristas eram flagrados sob efeito do álcool. Hoje, este número já caiu para 7%. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país do mundo com o maior número de mortes em acidentes de trânsito por ano. O país tenta cumprir uma meta estipulada pela ONU: uma redução em 50%, no período 2011-2020, de casos fatais em acidentes viários.

 

 

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