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MPF pede que Orlando Diniz continue preso em função de planilha

No documento, empresário contabilizava valores da Fecomércio roubados para si

Por Redação Veja Rio
2 mar 2018, 19h29 • Atualizado em 2 mar 2018, 20h10
  • A imagem mostra o presidente da Fecomercio, Orlando DIniz, escoltado por duas policiais federais, ao ser preso

    A descoberta de uma planilha com uma coluna nomeada “outros gastos 10%” motivou o Ministério Público Federal a pedir a Justiça que mantenha preso Orlando Diniz, presidente da Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ). Ele está detido desde o último dia 23.

    De acordo com o órgão, o empresário contabilizaria no documento descoberto os valores que roubava para si nos projetos da entidade. Além disso, outro motivo para o pedido de manutenção da prisão pelo MPF foi o fato do apartamento de Diniz estar vazio no momento das buscas, o que poderia indicar ocultação de provas por parte dele.

    Diniz é acusado de fazer parte de um esquema de lavagem de dinheiro mantido pelo ex-governador Sérgio Cabral. Segundo as investigações, o empresário teria lavado recursos da Fecomércio e empregado funcionários fantasmas na organização.

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