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Dia Internacional da Cerveja: livros para mergulhar neste universo

Criada em 2007 na Califórnia, a celebração na primeira sexta-feira de agosto extrapolou as fronteiras americanas e expandiu-se mundo afora

Por Carolina Barbosa - Atualizado em 5 ago 2020, 19h06 - Publicado em 5 ago 2020, 18h43

Comemorado na primeira sexta-feira de agosto (portanto, neste ano, 7), o Dia Internacional da Cerveja foi criado em 2007 na Califórnia. Inicialmente, a ideia era um celebração nos bares locais entre aqueles que fabricam e servem a bebida. Logo, a comemoração extrapolou as fronteiras americanas e tornou-se fixa em calendários de diversos países do mundo, claro. Se você não só aprecia uma boa cerveja, mas quer saber mais sobre este fascinante universo, inspirada pelo festejo, VEJA RIO selecionou livros para você mergulhar no tema. Da história à produção da bebida, bem como degustações, harmonizações e até dicas de programas cervejeiros, lógico, está tudo aí. Boa leitura! Um brinde!

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Cerveja, Uma História de Lúpulo e Malte – Prof. dr. Franz MeuBdoerffer e Martin Zarnkow – Na obra, lançada pela editora ICB Livros, a história da arte da cerveja desde o início até o presente é contada de maneira vívida e informativa. Há desde esclarecimentos acerca de produção da bebida como matérias-primas e outras especificidades do líquido.

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Degustando cerveja: tudo o que você precisa saber para avaliar e apreciar a bebida – Randy Mosher – Não faz muito tempo, havia apenas a versão em inglês por aqui (intitulada Tasting Beer). Hoje, é possível encontrar a versão traduzida, pela editora Senac. Com texto fluido e ótimo de ler, Mosher (também autor do incrível Radical Brewing, com mais de noventa receitas) fala sobre os ingredientes e os processos envolvidos na produção cervejeira e como as escolhas do profissional podem resultar numa bebida pronta. As características dos estilos de cerveja e as harmonizações são um capítulo à parte. Aromas, cores, sabores, sensações, cerveja como ingrediente e elemento de degustação em texto extremamente prazeroso.

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O Guia Oxford da Cerveja: lançado em 2020 Ed. Blucher/Divulgação

O Guia Oxford da Cerveja – Garrett Oliver Lançada neste ano, a versão traduzida, publicada pela Editora Blucher, é editada por Iron Mendes, fundador da Maniacs Brewing e da Brooklyn Brazil. Reúne detalhes sobre a produção e história da bebida. Contempla ainda a harmonização de cerveja com diversos alimentos. Em 1064 páginas, o guia compila textos de 166 especialistas no assunto, oriundos de mais de vinte países e conta com mais de 1000 verbetes – muitos deles jogam luz sobre temas que ainda não haviam sido abordados em outras obras do gênero.

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Larousse da cerveja: A história e as curiosidades de uma das bebidas mais populares do mundo – Ronaldo Morado – A obra exibe um panorama histórico completo da bebida, descreve ambientes, utensílios e o serviço ideal, aborda as principais escolas cervejeiras do mundo e ainda relaciona a bebida à gastronomia. Analisa ainda a cadeia produtiva e o mercado nacional atual. Ao fim da leitura, uma lista de bares, museus e festivais mundo afora que celebram a cerveja, claro.

A Mesa do Mestre-Cervejeiro: espécie de Bíblia do ramo Senac/Reprodução

A Mesa do Mestre Cervejeiro – Garrett Oliver É possível que se você nunca leu nada sobre cerveja, você se encante logo de cara. Isso porque Oliver, à frente da Brooklyn Brewery, tem uma narrativa envolvente, que mistura história com técnicas de harmonizações. É daqueles livros para ler, reler e deixar na cabeceira. Ao longo de 552 páginas, ele revela por que a bebida é o melhor acompanhamento para qualquer refeição. Explica ainda sobre o processo de fabricação, apresenta estilos e as mais diversas combinações, ou seja, é tanto para os amantes do líquido, quanto para quem gosta de culinária.

A Revolução da Cerveja Artesanal – Steve Hindy – Um dos renomados cervejeiros dos Estados Unidos, Hindy conta na obra como um grupo de microcervejeiros transformou o mercado de cerveja artesanal naquele país. Trata-se de um material importante para quem busca entender como se desenrolou a mudança na forma de se fazer e de se consumir a bebida por lá, que ganhou impulso no fim da década de 1970 e atualmente influencia o mundo todo.

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