Clique e Assine a partir de R$ 9,90/mês

Homem sem histórico de viagem é quinto caso de varíola dos macacos no Rio

Paciente de 28 anos é morador da capital e está em isolamento domiciliar. Mais três casos são investigados na cidade

Por Redação VEJA RIO Atualizado em 30 jun 2022, 14h46 - Publicado em 30 jun 2022, 14h45

Mais um caso de varíola dos macacos foi confirmado na cidade do Rio nesta quarta (29). Segundo a Secretaria municipal de Saúde (SMS), o paciente é um homem de 28 anos, morador do município e sem histórico de viagem internacional. O estado do Rio já registra cinco casos da doença – sendo três na capital fluminense -, confirmando a transmissão local da doença.

+ Pesquisa mostra que 22% da população do Rio vivem com até 497 reais ao mês

Na última sexta (24), a SMS também confirmou a transmissão local da varíola dos macacos na cidade do Rio. São investigados outros casos suspeitos no município: três homens com idade entre 30 e 39 anos. Todos são monitorados pela Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), por meio da Coordenação de Informação Estratégica de Vigilância em Saúde (CIEVS Rio), e permanecem em isolamento domiciliar.

Confirmado no dia 14 de junho, o primeiro caso da doença no estado foi de um homem de 38 anos, residente em Londres, que veio para a cidade de Maricá. Além dos cinco casos no Rio, o Brasil já registrou ocorrências da doença em São Paulo (14) e no Rio Grande do Sul (2).

Compartilhe essa matéria via:

Continua após a publicidade

As autoridades de saúde ressaltam que, apesar da doença ter sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual da varíola não tem relação com esses animais. A transmissão do vírus monkeypox pode ocorrer por meio do contato com secreções respiratórias, saliva, lesões de pele em pessoas ou animais infectados e objetos contaminados (como roupas e utensílios usados por pessoas doentes). 

Estão entre os sintomas mais comuns: caroços em diferentes regiões do corpo, lesões na pele semelhantes às da catapora e da sífilis, febre, dores de cabeça e dores musculares, calafrios e exaustão. Caso o diagnóstico da doença seja positivo, o paciente deverá permanecer isolado em observação por 21 dias.

+ Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui

Para prevenção da doença, é recomendado evitar o contato com animais silvestres, principalmente roedores, não se manter próximo ou compartilhar objetos com pessoas contaminadas, não tocar nas lesões de pele de quem está infectado e manter a higienização das mãos constante com água e sabão, além do uso de álcool em gel.

Continua após a publicidade

Publicidade

Essa é uma matéria exclusiva para assinantes. Se já é assinante, entre aqui. Assine para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade.

Essa é uma matéria fechada para assinantes e não identificamos permissão de acesso na sua conta. Para tentar entrar com outro usuário, clique aqui ou adquira uma assinatura na oferta abaixo

Saiba tudo o que acontece na Cidade Maravilhosa. Assine a Veja Rio e continue lendo.

Digital

Plano ilimitado para você que gosta de acompanhar diariamente os conteúdos exclusivos no site e ter acesso a edição digital no app.

Resenhas dos melhores restaurantes, bares e endereços de comidinhas do Rio.

a partir de R$ 9,90/mês

ou

30% de desconto

1 ano por R$ 82,80
(cada mês sai por R$ 6,90)

Impressa + Digital

Plano completo da Veja Rio! Acesso aos conteúdos exclusivos em todos formatos: revista impressa, site com notícias e revista no app.

Acesso ilimitado ao Site da Veja Rio, diariamente atualizado.

Resenhas dos melhores restaurantes, bares e endereços de comidinhas do Rio.

Receba mensalmente a Veja Rio impressa mais acesso imediato às edições digitais no App Veja, para celular e tablet

a partir de R$ 12,90/mês