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Eduardo Paes sanciona lei que proíbe Uber

A decisão, no entanto, está sendo criticada por usuários do aplicativo nas redes sociais. Uber informou que vai continuar circulando normalmente

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 5 dez 2016, 10h54 - Publicado em 28 nov 2016, 14h57

Em um de seus últimos atos enquanto prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes sancionou, nesta segunda (28), a lei 6 106, que proíbe o uso de carros particulares para transporte remunerado, como o Uber e o Cabify. A decisão está dividindo os usuários das redes sócias; uma parte dos clientes do aplicativo postou críticas na página oficial de Paes no Facebook.

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A lei, proposta pela vereadora Vera Lins (PP), é mais um capítulo na extensa polêmica entre taxistas e motoristas de Uber, e prevê penalidades ao infrator flagrado no transporte irregular de passageiros. Apesar da sanção da lei, os motoristas credenciados estão amparados por uma decisão da juíza Ana Cecilia Argueso Gomes de Almeida, da 6ª Vara de Fazenda Pública, que garante o direito dos motoristas de circularem na cidade até que a questão seja regulamentada pelo Poder Público.

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Após a decisão de Paes, a empresa informou que vai continuar operando normalmente.

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