Condomínio no Parque Guinle processa ex-presidente Collor por dívida
Apartamento do ex-presidente acumula mais de R$ 80 mil em taxas atrasadas; imóvel está vazio desde 2025
O condomínio de um prédio nos arredores do Parque Guinle, em Laranjeiras, entrou na Justiça para cobrar mais de R$ 80 mil em taxas atrasadas do ex-presidente Fernando Collor de Mello. A dívida é referente ao apartamento de 11º andar do Edifício Parque, que pertence ao político e empresário.
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Segundo informações divulgadas pelo colunista Ancelmo Gois, de O Globo, os débitos correspondem ao período entre abril de 2025 e abril de 2026. O imóvel estaria vazio desde o ano passado. A ação tramita na 7ª Vara Cível do Méier. O condomínio solicita que Collor seja intimado em Maceió, onde cumpre prisão domiciliar desde maio de 2025.
O apartamento no Parque Guinle pertencia originalmente ao pai de Collor, o político e empresário alagoano Arnon de Mello, morto em 1983. Após sua morte, o imóvel passou a integrar o espólio da família e foi dividido entre a viúva, Leda, e os filhos Fernando e Pedro Collor de Mello.
Com a morte de Pedro, sua participação no imóvel foi posteriormente dividida entre a viúva e os filhos.
Collor cumpre prisão domiciliar desde maio de 2025, após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação está relacionada a um esquema de corrupção envolvendo a BR Distribuidora, quando a empresa ainda era estatal.





