Condomínio no Parque Guinle processa ex-presidente Collor por dívida

Apartamento do ex-presidente acumula mais de R$ 80 mil em taxas atrasadas; imóvel está vazio desde 2025

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 ago 2026, 16h31
À esquerda, vista aérea de prédios residenciais e árvores verdes, com o Pão de Açúcar ao fundo, no Rio de Janeiro. À direita, close de um homem de cabelos grisalhos, terno escuro e gravata azul, falando em um microfone
Fernando Collor: condomínio no Parque Guinle processa ex-presidente por dívida (./Reprodução)
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O condomínio de um prédio nos arredores do Parque Guinle, em Laranjeiras, entrou na Justiça para cobrar mais de R$ 80 mil em taxas atrasadas do ex-presidente Fernando Collor de Mello. A dívida é referente ao apartamento de 11º andar do Edifício Parque, que pertence ao político e empresário.

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Segundo informações divulgadas pelo colunista Ancelmo Gois, de O Globo, os débitos correspondem ao período entre abril de 2025 e abril de 2026. O imóvel estaria vazio desde o ano passado. A ação tramita na 7ª Vara Cível do Méier. O condomínio solicita que Collor seja intimado em Maceió, onde cumpre prisão domiciliar desde maio de 2025.

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O apartamento no Parque Guinle pertencia originalmente ao pai de Collor, o político e empresário alagoano Arnon de Mello, morto em 1983. Após sua morte, o imóvel passou a integrar o espólio da família e foi dividido entre a viúva, Leda, e os filhos Fernando e Pedro Collor de Mello.

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Com a morte de Pedro, sua participação no imóvel foi posteriormente dividida entre a viúva e os filhos.

Collor cumpre prisão domiciliar desde maio de 2025, após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação está relacionada a um esquema de corrupção envolvendo a BR Distribuidora, quando a empresa ainda era estatal.

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