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Botafogo tem pior taxa de isolamento social dos bairros monitorados do Rio

O Rio, por sua vez, registra o menor índice desde o início da pandemia de Covid-19, segundo monitoramento da Cyberlabs

Por Carolina Barbosa 5 mar 2021, 17h25

O Rio registrou na última semana a menor taxa de isolamento social desde o início da pandemia, em março de 2020: 30% entre os dias 21 e 27 de fevereiro (até então, o índice nunca tinha ficado abaixo de 42%). Comparado a uma semana normal, antes da pandemia, viu-se em média 30% menos pessoas na rua. Há quase um ano, esse número atingiu a marca de 85%. Não se trata de um bom indicador, sobretudo em tempos de avanço de novas variantes e aumento de diagnósticos e mortes em função do vírus.

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Quando se divide por bairros monitorados, Botafogo, na Zona Sul, lidera os piores indicadores: na última segunda (1º), por exemplo, o isolamento estava em -18% (leia-se 18% a mais de pessoas nas ruas do que antes da chegada da doença). Atualmente, a região aparece classificada com risco alto para contaminação da Covid-19 e figura em sétimo lugar na lista da Secretaria municipal de Saúde do Rio. Leblon, Ipanema e Copacabana apresentaram, no mesmo período, as taxas mais baixas desde março de 2020.

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Os dados são do monitoramento feito pela empresa de inteligência artificial Cyberlabs, em parceria com o Centro de Operações Rio (COR), da prefeitura. Veja a seguir como estão as taxas nos seis bairros monitorados: Botafogo é seguido da Tijuca, com 18%; Copacabana (28%) Leblon e Ipanema (ambos 39%), Centro (52%) e Barra (57%).

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