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Estilista Amir Slama repudia atitude em vagão feminino no Rio

"Acho que pior que a onda de assaltos, assassinatos, corrupção, o radicalismo assusta demais (...) Eu ia apanhar!", diz estilista

Por Redação VEJA RIO - Atualizado em 16 fev 2018, 19h43 - Publicado em 16 fev 2018, 19h08

Amir Slama está chocado. O badalado estilista de São Paulo que desconhecia a existência do vagão exclusivo para mulheres no metrô carioca afirma ter sido “escrachado” após entrar, sem saber, em um vagão feminino (em São Paulo, não há carros separados para mulheres). Em relato, nesta sexta (16), em sua página no Facebook, Slama escreveu:  “CHOQUEI !!!!! Entrei no vagão EXCLUSIVO DE MULHERES sem saber… e depois de duas estações fui escrachado!!! O QUE TÁ ACONTECENDO? Acho que pior que a onda de assaltos, assassinatos, corrupção, o radicalismo assusta demais!!!!”.

O estilista conta que uma jovem universitária pediu para que ele mudasse de vagão na próxima parada, mas Slama justificou: “eu que nunca ofendi uma mulher na vida…. Gentilmente perguntei se ela trabalhava no metrô e fui vaiado por uma série de mulheres em fúria… Ia apanhar!!! E quando saí só ouvi os aplausos. De verdade! Fiquei assustado. Não pela questão feminina que sempre respeitei, mas pelo radicalismo e prazer que a atitude gerou nessas criaturas”.

Ele afirmou ainda ter ficado desconcertado com a situação, e indagou: “Será que essas mulheres do vagão não têm marido, pai, filhos ou até amigo do sexo masculino? Será que todo homem encoxa, passa a mão, desrespeita a mulher ?” Em tempo: o carro destinado exclusivamente para mulheres está na Lei Estadual nº 4733/06, como se lê no cartaz atrás de Slama na foto abaixo – e lei é lei.

O que acharam da reação das mulheres no vagão?

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