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Janja aceita convite da Imperatriz: “Farei tudo para estar na Sapucaí”

A primeira-dama e representantes da escola de samba de Ramos tiveram um encontro no CCBB onde a proposta foi formalizada

Por Redação VEJA RIO Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
6 fev 2023, 14h50

A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, aceitou ser madrinha da velha guarda da Imperatriz Leopoldinense. O sim veio em um encontro da socióloga com a direção e outros setores da escola de samba no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio nesta sexta (3).

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A presença da esposa do presidente Lula no desfile da Tricolor de Ramos, no entanto, depende ainda da agenda oficial e outros compromissos pré-existentes. Ela se mostrou animada e garantiu que irá se empenhar para comparecer ao Sambódromo. “Tire minha comida, minha água, mas não tira meu Carnaval. Ainda não sabemos como ficarão os compromissos daqui pra frente, mas farei de tudo para estar na quadra e na Sapucaí e conhecer a Cidade do Samba“, afirmou.

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André Bonatte, diretor de Carnaval da agremiação, celebrou o convite de Janja. “Estamos muito felizes por este encontro e pela possibilidade de falarmos um pouco do nosso povo, da nossa comunidade. Os projetos sociais da Imperatriz são financiados pela própria escola, e ter o reconhecimento da primeira-dama é extremamente gratificante”, declarou.

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A socióloga destacou as iniciativas da escola voltadas à comunidade do Complexo do Alemão, por meio do projeto Imperatriz Social. “A partir de agora, teremos mais proximidade para entender as demandas da instituição e auxiliar no fomento às atividades voltadas ao social e cultural. Retomaremos projetos para essas regiões periféricas, e as escolas de samba são fundamentais nesse processo”, prometeu.

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O convite da Tricolor à primeira-dama surgiu depois que a youtuber Antônia Fontenelle, ao criticar a roupa que a primeira-dama usou na posse do presidente Lula, ofendeu a agremiação. “Isso aqui é a velha guarda da Imperatriz Leopoldinense”, escreveu. Ao ser questionada por uma seguidora sobre o porquê do comentário, ela respondeu: “Escola apática, nem fede, nem cheira. É a Imperatriz Leopoldinense. Nem é a velha guarda da Mangueira, da Mocidade ou da Grande Rio”, disse.

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Na ocasião, diversas escolas saíram em defesa da escola de Ramos. A presidente da agremiação, Cátia Drumond, enviou ofício para a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), pedindo que Fontenelle não seja credenciada para qualquer finalidade ou função. A entidade repudiou os comentários, mas disse que não é a única instituição a emitir as credenciais de acesso ao Sambódromo e que não pode inferir sobre as outras. 

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