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Segundo estudo de Harvard, meditar ajuda a emagrecer

Técnica de mindfulness ajuda a reequilibrar o organismo, reduzindo os efeitos negativos do estresse e seu efeito na manutenção do peso

Por Redação VEJA RIO - 18 jul 2018, 13h06

As situações estressantes do cotidiano e suas consequências são responsáveis por 60% a 90% das consultas médicas no país, segundo especialistas. Sabe-se que evitar o estresse na atualidade é praticamente impossível. Mas o professor Dr. Herbert Benson, da universidade de Harvard, nos Estados Unidos, indica que a espiritualidade, quando aliada à medicina, se torna um antídoto importante contra esse mal. “O Dr. Benson propõe a meditação como forma de relaxar e combater os efeitos nocivos do estresse, como a alteração de genes associados à inflamação, aos processos oxidativos, à imunidade, à regulação de insulina, entre outros”, conta Dra. Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista.

A meditação, de acordo com a endocrinologista, é uma arma poderosa no controle do peso e não requer muito tempo. “A prática pode ser feita em qualquer lugar – no trânsito, no mercado, ao acordar etc., e por pouco tempo. Dez minutos por dia já ajudam bastante”, ensina, “basta parar e focar em algo: respiração, um som, uma palavra, uma oração, e respirar fundo. Não precisa se preocupar em como está indo. Se perder a concentração, respire e volte a focar no que escolheu”.

Com o passar dos dias, a pessoa que medita passa a notar maior facilidade em realizar a técnica de mindfulness e o emagrecimento se torna mais fácil, pois é possível controlar a resposta do organismo ao estresse, relaxar profundamente e garantir até um sono mais reparador. “Corpo e mente saem ganhando. As emoções se equilibram, a fome diminui, há menos chances de comer besteira, o emagrecimento acontece sem sofrer”, conclui a médica.

 

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