Povos originários são representados em coletiva na Praia de Botafogo

Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, mostra reúne obras de Claudia Andujar, Jaider Esbell, Djanira, entre outros

Por Carolina Ribeiro 10 Maio 2026, 12h15
Segunda Edição: coletiva é desdobramento de mostra com curadoria de Ailton Krenak
Segunda Edição: coletiva é desdobramento de mostra com curadoria de Ailton Krenak (Pat Kilgore/Divulgação)
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A demarcação de territórios indígenas é representada de forma simbólica em Eu Chorei Rios: Arte dos Povos Originários da América — que ocupa não só o espaço expositivo da FGV, como a esplanada e a fachada.

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Sob curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, a coletiva reúne pinturas, fotografias, vídeos, objetos e instalações de artistas que atravessam a geografia e o tempo. Entre eles, Ailton Krenak, Claudia Andujar, Jaider Esbell, Lygia Pape, Mestre Valentim, Djanira e Denilson Baniwa.

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Deslocado de seu papel museológico, o Manto Tupinambá inspira o eixo central da mostra e é apresentado tanto como obra de arte quanto como organismo vivo.

FGV Arte. Praia de Botafogo, 186, Botafogo. Seg. a sex., 8h/20h. Sáb. e dom., 10h/18h. Grátis. Até 20 de setembro. 

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