Luís Miranda e Débora Lamm protagonizam peça dirigida por Rodrigo Portella

Pororoca é um dos destaques da semana, que agita o circuito teatral entre comédias e dramas, estreias e reestreias

Por Lucas Vieira 1 nov 2026, 07h41
Mulher de cabelos ruivos cacheados e vestido vermelho estampado com detalhes pretos, sorrindo, com a mão no ombro de um homem sentado. Ele tem barba grisalha, camisa floral, colete vinho e calça listrada, olhando para frente.
Pororoca: peça é ambientada em um município que está prestes a ganhar destaque com o possível recorde da mulher mais velha do mundo (Rodrigo Menezes/Divulgação)
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Luís Miranda e Débora Lamm protagonizam peça dirigida por Rodrigo Portella Priorizar nos meus resultados Google

Rodrigo Portella dirige Débora Lamm e Luís Miranda em Pororoca, que estreia na quinta (5), com dramaturgia de Jô Bilac.

A peça é ambientada em um município esquecido no mapa, que está prestes a ganhar destaque com o possível recorde da mulher mais velha do mundo: uma parteira que afirma ter 150 anos — mesma idade de um jabuti falante que testemunha a sua jornada.

Sesc Ginástico. Avenida Graça Aranha, 187, Centro. Qui. a sáb., 19h. Dom., 17h. R$ 15,00 a R$ 60,00. Ingressos pelo ingresso.com. Até 6 de dezembro.

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Homem de meia-idade, barba e cabelo grisalhos, terno preto, camisa branca e gravata vinho, apontando para a direita com o braço estendido, em palco escuro com microfones ao fundo

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Dan Stulbach volta ao Rio a partir de sábado (7) com O Mercador de Veneza.

O texto emblemático de Shakespeare é deslocado para os anos 1990 e agora o agiota Shylock assume o protagonismo e narra a história de um homem endividado que oferece como garantia a própria carne. A direção é de Daniela Stirbulov.

Teatro Axia Casa Grande. Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon. Sáb., 21h. Dom., 19h. R$ 160,00 a R$ 230,00. Ingressos pelo eventim.com.br. Até 29 de novembro.

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Com trajetória no cinema, Lucas Pimenta estreia como autor e diretor cênico em Embarcação Perdue, que entra em cartaz na quinta (5).

Na trama, a chegada de uma misteriosa embarcação movimenta uma cidade com a promessa de recuperar tudo o que foi perdido.

Com elementos do teatro do absurdo, a produção aborda luto, identidade, memória e pertencimento.

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Teatro Glaucio Gil. Praça Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana. Qua. a sex., 20h. R$ 25,00 a R$ 50,00. Ingressos pelo funarj.eleventickets.com. Até 27 de novembro.

Cinco pessoas sorrindo em uma sala com estantes de livros. Três homens sentados em sofás, um de camisa clara, outro de blusa preta segurando um papel, e um de blusa azul-marinho. Duas mulheres, uma de blusa laranja em pé atrás do sofá e outra de vestido floral escuro, em pé à direita, com as mãos na barriga.

A partir de quinta (5), o texto francês O Nome do Bebê, de Matthieu Delaporte e Alexandre de la Patellière, ganha uma versão dirigida por Elias Andreato, que se aproxima da realidade brasileira.

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Com Bianca Bin, Cesar Baccan, Eduardo Pelizzari, Lilian Regina e Marcelo Ullmann no elenco, a montagem fala sobre a dificuldade de escuta dentro das relações mais íntimas.

Teatro Axia Casa Grande. Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Leblon. Qui. e sex., 20h. R$ 90,00 a R$ 200,00. Ingressos pelo eventim.com.br. Até 27 de novembro.

Em As Coisas que me Tiram o Sono, um rapaz vê a sua existência perder sentido após uma sucessão de experiências ruins e acredita estar sendo punido por sua índole.

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Apesar da premissa trágica, o texto de Vicente Valle — que também estrela o monólogo — é encenado em forma de comédia, sob a batuta de Alexandre Dal Farra. Estreia na terça (3).

Teatro Poeirinha. Rua São João Batista, 104, Botafogo. Ter. e qua., 20h. R$ 40,00 a R$ 80,00. Ingressos pelo sympla.com.br. Até 16 de dezembro.

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