Super-herói criado por Laerte ganha as telas com estreia de Overman

Nova estreia da DC Studios Cara-de-Barro também chega às telonas, assim como a continuação do premiado A Rede Social, O Outro Lado das Redes

Por Pedro Coutinho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 out 2026, 14h22
Homem com máscara e luvas amarelas, e roupa roxa, sentado em uma mesa com uma pilha de documentos e um pote de amendoins, em um escritório escuro
Brasileiríssimo: em Overman, Caco Ciocler incorpora um super-herói diferente do padrão Marvel — Falido, boêmio e desesperado por prestígio.  (Migdal Filmes/Divulgação)
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OVERMAN. O trabalho da célebre cartunista Laerte Coutinho sai do papel nesta sátira gravada na Cidade Maravilhosa e com passagem pelo Festival do Rio. Desempregado e endividado, o boêmio e brasileiríssimo Overman (Caco Ciocler) recebe um convite para recuperar o prestígio: um emprego na secretaria de Segurança Pública. Junto da nova parceira, a mulher-cachorro (Karina Ramil), o super-herói volta à ativa a pedido do governador (Otávio Müller). O cargo promove reencontros com inimigos do passado — mas o perigo se mostra mais perto do que ele imagina. A aventura é dirigida por Tomás Portella, por trás dos seriados Impuros e Capoeiras. Estreia nos cinemas na qui. (22).

Homem loiro de cabelo médio e camisa preta sorri para a câmera, com um flash forte à direita. Ao fundo, uma multidão animada e o letreiro iluminado de um teatro ou cinema com a palavra LIGHT visível
Sede de vingança: Cara-de-Barro da DC Studios troca capas e heroísmo por desfiguração e horror corporal em história de origem de antagonista do Batman. (Warner Bros. Pictures/Divulgação)

CARA-DE-BARRO. A DC Studios transforma a origem do antagonista do Batman em um thriller de horror corporal. Na trama, o promissor ator Matt Hagen sai das ruas de Gotham rumo ao estrelato quando o chefe do crime local o desfigura brutalmente. Abandonado pela indústria, o rapaz investe num tratamento milagroso: o rosto é recuperado, mas a cura altera sua percepção da realidade — e o que começou como um sonho americano descamba numa espiral de vingança. Estrelada por Tom Rhys Harries (White Lines) e Naomi Ackie (Pisque Duas Vezes), a produção conta com roteiro de Mike Flanagan (A Maldição da Residência Hill) e direção de James Watkins (A Mulher de Preto). Estreia nos cinemas na qui. (22).

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Um homem branco de cabelo curto e terno azul escuro, camisa branca e gravata preta, sentado em uma cadeira de couro verde-escuro. Ele olha para frente com expressão séria, atrás de uma mesa de madeira com um microfone e uma placa branca com MR. ZUCKERBERG em letras pretas. O fundo é uma parede de madeira com ripas verticais
O que esconderam de você: na continuação de A Rede Social, O Outro Lado das Redes, Aaron Sorking explora a reportagem histórica que expôs a anuência da Meta sobre como seus algorítimos incentivavam desinformação, violência e até transtornos mentais em jovens. (Sony Pictures/Divulgação)

O OUTRO LADO DAS REDES. Jeremy Strong (Succession) é Mark Zuckerberg no sucessor do premiadíssimo A Rede Social, escrito por Aaron Sorkin (Questão de Honra). Desta vez, o roteirista assume a direção do filme, estrelado ainda pela vencedora do Oscar Mickey Madison (Anora) e pelos ganhadores do Emmy Betty Gilpin (Glow) e Jeremy Allen White (O Urso). O longa explora a história da jovem engenheira responsável por vazar relatórios confidenciais do Facebook e do Instagram ao Wall Street Journal. Em 2021, o jornal publicou uma reportagem histórica sobre a anuência da empresa à desinformação e à violência promovidas por seus algoritmos. Estreia nos cinemas na qui. (22).

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Multidão em protesto na rua, com pessoas de costas e braços erguidos, e capas da revista Veja com manchetes sobre política e notícias, promovendo jornalismo de qualidadeMultidão de pessoas de costas, com braços erguidos, em uma rua urbana com prédios altos e árvores. À direita, várias capas da revista Veja sobrepostas, com títulos como Furo Cruzado e Vale-Tudo
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