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Foto histórica do Rio tem mistério quanto à sua captura

Disponível em alta resolução no site da Biblioteca Nacional, gravura gera dúvidas sobre como foi feito o registro do autor

Por Redação VEJA RIO - 13 out 2017, 15h36
Emílio Bauch - Acervo Biblioteca Nacional/Divulgação

A panorâmica feita pelo alemão Emil Bauch, em 1872, é um dos mais impressionantes registros iconográficos do Rio de Janeiro em todos os tempos. Disponível em alta resolução no site da Biblioteca Nacional, a gravura guarda um grande mistério. Como o artista teria feito para registrar, no século XIX, a cidade daquele ângulo, nas alturas, com tamanha precisão e riqueza de detalhes? Aficionados do Rio antigo levantaram duas hipóteses em grupos no Facebook: Bauch teria subido num balão ou recorrido a cálculos topográficos. Ambas, no entanto, são descartadas pela historiadora Maria Inez Turazzi, uma das maiores especialistas no assunto. Segundo ela, Bauch teria conseguido a perspectiva do Forte de São Luiz, em Niterói.

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