Comédia com Penélope Cruz e Edward Norton chega nas telonas

Documentário sobre a vida do Toquinho e novo capítulo da franquia A Morte do Demônio também estreiam nesta semana

Por Pedro Coutinho 5 jul 2026, 10h05
Quatro adultos sorrindo e conversando em uma sala de estar aconchegante. Dois homens e duas mulheres sentados em sofás, com uma mesa de centro à frente, com garrafa de vinho e taças. Um abajur aceso ilumina o ambiente, que tem quadros na parede e cortinas.
 (A24/O2 PLAY/Divulgação)
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O Convite. A diretora Olivia Wilde (Fora de Série) se junta à ganhadora do Oscar Penélope Cruz (Volver) e aos vencedores do Globo de Ouro Seth Rogen (É o Fim) e Edward Norton (A Outra História Americana) no elenco da comédia. Um casal entregue à monotonia da rotina decide convidar os vizinhos do andar de cima para um jantar. O encontro, no entanto, desperta uma inusitada proposta e a noite se desenrola em situações cada vez mais imprevisíveis. A abordagem cômica de temas como intimidade, desejo e os desafios da vida a dois conquistou burburinho na passagem da película pelo prestigiado Festival de Sundance. Estreia nos cinemas na qui. (9).

FILME EVIL DEAD BURN 2026 - © SONY PICTURES.jpg
(Sony Pictures/Divulgação)

A Morte do Demônio: Em Chamas. O novo capítulo da revolucionária franquia de terror criada por Sam Raimi (Arraste-me para o Inferno) narra a jornada de uma mulher em luto. Após perder o marido, uma jovem busca refúgio na cabana isolada dos sogros. A viagem de cura se transforma em um tormento quando divindades horripilantes começam a possuir os hóspedes da casa. A viúva descobre da pior forma possível que os votos matrimoniais são realmente válidos por toda a eternidade. Recheado de sangue, este é o segundo longa do cineasta francês Sébastien Vaniček (Infestação). Estreia nos cinemas na qui. (9).

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Homem de cabelos brancos, camisa xadrez e calça escura, sentado, tocando violão e cantando em microfone, sob luzes azuis e fumaça no palco
(Pandora Filmes/Divulgação)
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Toquinho: Encontros e um Violão. “Só peço a você um favor: se puder, não me esqueça num canto qualquer”, vocaliza Toquinho ao final do clássico O Caderno. Há décadas, a emocionante lírica do artista se aloca nas mentes brasileiras sem prazo de validade. O documentário de Erica Bernardini (Vidas (in)visíveis: Um Arsenal de Esperança) explora o processo criativo, as parcerias e as melodias que o eternizaram nos anais da música nacional. Entre apresentações, cenas de bastidores e registros de arquivo, a obra revê a trajetória do cantor e sua relação indissociável com o violão. Estreia nos cinemas na qui. (9).

 

 

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