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Cinco obras para prestar atenção em mostra de arte contemporânea no CCBB

Os destaques do acervo do casal de colecionadores Andrea e José Olympio Pereira no CCBB

Por Marcela Capobianco
21 Maio 2021, 06h00

Em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil, a exposição 1981/2021: Arte Contemporânea Brasileira na Coleção Andrea e José Olympio Pereira 119 obras de 68 artistas que fazem parte do acervo do casal carioca radicado em São Paulo. Vale a pena reparar mais tempo em cinco obras que VEJA Rio destaca a seguir.

+ As estreias no streaming e nas telonas em junho

Azulejaria com Incisura Vertical, de Adriana Varejão (1999).

Calcada nos característicos azulejos da artista, a obra reflete sobre a violência no Brasil. A tinta cor de sangue “salta” da tela e se transforma em arrebatadora escultura

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Maloca, de Claudia Andujar (1981)
Maloca, de Claudia Andujar (1981): uma das peças mais antigas da coleção (Claudia Andujar/Divulgação)

Maloca, de Claudia Andujar (1981).

A imagem em preto e branco prova o comprometimento da fotógrafa com as causas indígenas. Apesar de documental, o retrato aguça a criatividade do público, sem entregar facilmente que se trata de uma habitação

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+ Em tempos de pandemia, centros culturais investem em podcasts

De Onde Surgem os Sonhos, de Jaider Esbell
De Onde Surgem os Sonhos, de Jaider Esbell: convite a um mundo onírico multicolorido (Rafael Chvaicer e Ana Viotti/Divulgação)

De Onde Surgem os Sonhos, de Jaider Esbell (2021).

A mais recente aquisição do casal foi produzida com canetas marcadoras pelo artista indígena da etnia macuxi, de Roraima. Ao sobrepor elementos visuais, Esbell propõe uma viagem onírica

+ Mostra no Parque Lage convida o visitante a interferir nas galerias

Blue Tango, de Miguel Rio Branco (1984-2003)
Blue Tango, de Miguel Rio Branco (1984-2003): fotografia em pleno movimento (Miguel Rio Branco/Divulgação)

+ Telas abstratas e inéditas de Roberto Magalhães aportam na Gávea

Blue Tango, de Miguel Rio Branco (1984-2003).

A composição de vinte fotografias mostra duas crianças jogando capoeira. A sequência de imagens, embora estáticas, sugere movimentos fluidos e faz referência à história do cinema

Sob Sons Primitivos Cachoeira I, de Jorge Guinle (1984)
Sob Sons Primitivos Cachoeira I, de Jorge Guinle (1984): cores e pinceladas com títulos poéticos (Rafael Salim/Divulgação)

Sob Sons Primitivos Cachoeira I, de Jorge Guinle (1984)

Um dos mais importantes pintores brasileiros, Jorge Guinle morreu muito cedo, aos 40 anos, em 1987. Deixou obras com títulos sugestivos e enigmáticos, como a colorida tela que integra a exposição

Rua Primeiro de Março, 66, Centro. Qua. a seg., 9h/18h. Grátis pelo eventim.com.br. Até 26 de julho. www.bb.com.br.

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