Alta Sociedade: peça denuncia crimes burgueses com exemplos contemporâneos

Comédia estrelada por Julia Lemmertz e Orã Figueiredo é encenada com contexto atualizado

Por Lucas Vieira 20 set 2026, 07h36
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Alta Sociedade: dois milionários falidos tentam escapar da Polícia Federal em pleno réveillon (./Divulgação)
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Julia Lemmertz e Orã Figueiredo encarnam os milionários falidos Sylvia e Leopoldo na comédia Alta Sociedade.

Em cena, a dupla — que mora no edifício Chopin, na Praia de Copacabana — tenta escapar da Polícia Federal em plena noite de ano novo.

Escrita em 2000 por Mauro Rasi, a obra fala sobre sonegação fiscal, desvio de verba e outras infrações ligadas à burguesia.

Sob a batuta de Emilio de Mello, a nova versão tem contexto atualizado, citando suspeitos de casos de corrupção contemporâneos.

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Teatro Vannucci. Shopping da Gávea. Rua Marquês de São Vicente, 52, 3º piso. Sex. e sáb., 20h30. Dom., 19h. R$ 60,00 a R$ 150,00. Ingressos pelo sympla.com.br. Até domingo (27).

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Berta - Minha vida por um palco - crédito Nil Caniné (2).jpg

A comediante Berta Loran (1926-2025) é celebrada em Berta: Minha Vida por um Palco, no ano de seu centenário.

Com texto de Miriam Halfim (sobrinha da atriz) e Marcelo Aquino, e direção de Ary Coslov, o enredo resgata a trajetória da polonesa que viveu mais de 2 000 personagens ao longo de quase oitenta anos de atuação.

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Entre risos, o elenco composto por Andrea Dantas, Alexandre Regis, Junior Vieira e Patrícia Pinho faz uma crítica à cultura do esquecimento que permeia o Brasil.

Centro Cultural Justiça Federal. Avenida Rio Branco, 241, Centro. Sex., 19h. Sáb. e dom., 16h30 e 19h. R$ 30,00 a R$ 60,00. Ingressos pelo sympla.com.br. Até domingo (27).

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Duas mulheres, uma jovem negra e uma mulher mais velha de pele clara, olham para cima com expressões de apreensão, presas sob um plástico transparente. A jovem usa uma blusa branca e colete preto, a mais velha veste uma jaqueta marrom e blusa estampada. Mãos erguidas tentam afastar o plástico, que reflete luzes brancas contra um fundo azul escuro

Primeira montagem brasileira do venezuelano Gustavo Ott, Cinco Minutos sem Respirar conta com Carla Guidacci e Vanessa Pascale nos papéis de duas pessoas que sofreram várias violências e se esbarram em um supermercado prestes a fechar.

A plateia assiste a cinco possibilidades de desdobramentos para a narrativa, na qual recordações, desejos, medos e contradições vão sendo reveladas. A encenação é da Notória Companhia, dirigida por Danielle Martins de Farias.

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Sesc Copacabana. Rua Domingos Ferreira, 160. Qui. e sex., 20h30. Sáb. e dom., 19h. R$ 20,00 a R$ 40,00. Ingressos pelo ingresso.com. Até domingo (27).

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Multidão em protesto na rua, com pessoas de costas e braços erguidos, e capas da revista Veja com manchetes sobre política e notícias, promovendo jornalismo de qualidadeMultidão de pessoas de costas, com braços erguidos, em uma rua urbana com prédios altos e árvores. À direita, várias capas da revista Veja sobrepostas, com títulos como Furo Cruzado e Vale-Tudo
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